Depois de passar por um período próspero, em que a construção civil caminhou de maneira acelerada, o país vê o mercado andar um pouco mais devagar. Com isso, os profissionais envolvidos no setor, entre eles o arquiteto, precisam de mais competência para se manter na ativa. Além de atuar na elaboração e construção de empreendimentos, o arquiteto tem campo aberto nas etapas finais de uma obra, como a decoração de interiores. O início e a conclusão dos empreendimentos representam possibilidades diversas para o arquiteto. Estima-se que 40% das construções tenham um profissional desse perfil para cuidar do acabamento, que vai desde a escolha dos revestimentos até a seleção de objetos de decoração. Tudo para atrair o interesse de compradores. "Trata-se de um trabalho importante porque as pessoas buscam cada vez mais locais agradáveis", diz a arquiteta Alice Martins, sócia do escritório Alice Martins e Flavio Butti, especializado em design de interiores, de São Paulo. O estudante que se interessar por essa área precisa ter disposição para enfrentar reuniões com clientes ou fornecedores e para bater perna atrás das novidades do mercado. Outras características indispensáveis são criatividade, organização e habilidade para desenhar. Entre suas funções está a de determinar quais materiais serão usados nas obras, levando em consideração o uso do imóvel. Em parceria com o engenheiro civil, o arquiteto acompanha o andamento de construções e gerencia custos e mão de obra. Na área de urbanismo, o profissional de arquitetura atua na orientação do crescimento de cidades e em projetos de saneamento.
O mercado de trabalho
O mercado da construção civil está aquecido em todo o país, sobretudo nas regiões Sul e Sudeste. A necessidade de as construtoras contarem com projetos diferenciados para conquistar a preferência do consumidor torna o arquiteto um profissional essencial. Nem a ameaça de crise financeira deve atrapalhar. "As dificuldades do setor no Brasil são as mesmas há anos, mas o cenário tem melhorado. A proteção ao crédito no país é maior do que no mercado norte-americano. O ramo imobiliário, até aqui, não foi afetado pela crise", explica Silvio Passareli, diretor da Fundação Armando Álvares Penteado (Faap), de São Paulo. Paisagistas e urbanistas encontram lugar na administração nas prefeituras municipais, para realizar o reordenamento territorial e organizara distribuição de terras. A possibilidade de abrir o próprio escritório existe, mas é mais difícil para o recém-formado, com pouca experiência. Empresas privadas de diversos ramos de atuação, como criação de mobiliário, cerâmica e montagem de cozinhas, também têm oferecido vagas para o arquiteto. O mercado do interior paulista é amplo e muitos graduados estão migrando para cidades como Campinas, Limeira e Ribeirão Preto. "Nessas cidades, os profissionais encontram campo e espaço para atuar. Muitos deles, que são do interior, decidem voltar à sua cidade de origem depois de formados para trabalhar", conta Passareli. Em regiões menos desenvolvidas, o arquiteto sempre foi considerado um artigo de luxo e, portanto, pouco procurado tanto pelo setor público quanto pelo privado. Mas esse panorama começa ser alterado.
O curso
O currículo mescla disciplinas das Ciências Humanas e de Exatas, como matemática, história da arte, resistência de materiais e computação gráfica. O primeiro semestre é bastante teórico, mas, já a partir do segundo, há maior carga de aulas práticas. A criatividade é fundamental na hora de o estudante fazer os esboços, mas é preciso estar pronto para mergulhar nos cálculos. Estágio e trabalho de conclusão de cursos são obrigatórios na maioria das instituições.
O que você pode fazer
Arquitetura de interiores
Organizar o espaço interno, definindo os materiais de acabamento e a distribuição de móveis e objetos, considerando a acústica, a ventilação, a iluminação e a estética.
Comunicação visual
Criar a identidade visual de empresas e produtos, com logotipos, embalagens e material impresso ou digital.
Paisagismo e ambiente
Desenvolver espaços abertos, como jardins, parques e praças, combinando plantas, pedras, madeiras, calçamento e iluminação.
Edificação e construção
Projetar, acompanhar e coordenar obras, definindo materiais e controlando prazos e custos.
Luminotécnica
Fazer o projeto de iluminação de grandes e pequenos espaços. Realizar a iluminação de eventos. Restauro de edifícios
Recuperar casas e prédios antigos ou deteriorados, mantendo as características originais.
Urbanismo
Planejar uma região, cidade ou bairro, elaborando o plano diretor e o zoneamento que vão direcionar o crescimento.
Fonte: Guia do Estudante
domingo, 22 de agosto de 2010
Odontologia - Enade
O ENADE E OS CURSOS DE ODONTOLOGIA
Menos de 1,5% dos cursos de ensino superior avaliados pelo novo indicador do Ministério da Educação (MEC) – o Conceito Preliminar de Curso, o CPC - receberam nota máxima (4 e 5). Das 3.238 graduações listadas pelo MEC, apenas 47 conseguiram alcançar nota 5 no recém-criado conceito. Desse subtotal, cinco são de Odontologia e pertencem a universidades públicas, seguindo uma tendência registrada pelo Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade): a maior concentração de cursos com notas mais altas está nas universidades e faculdades públicas. Entre as notas máximas aparece apenas um curso particular.
Cerca de 15% receberam os conceitos 1 e 2 e passarão por vistoria do MEC. Além disso, correm o risco de serem fechados se não cumprirem termos de compromisso para melhorar a qualidade do ensino. Desse grupo, há duas faculdades de odontologia, ambas particulares.
O novo indicador vai orientar a renovação das licenças de funcionamento concedidas pelo MEC. Os cursos com nota 1 e 2 serão visitados por fiscais do ministério.
Ainda de acordo com os dados divulgados no dia 6 de agosto pelo Ministério da Educação e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), 508 cursos superiores foram reprovados pelo MEC. As instituições privadas ficaram com o mais alto percentual de notas baixas: 87%.
Cursos avaliados
O Enade avaliou no ano passado cursos das áreas de saúde, agrárias e serviço social. As provas foram aplicadas a 190 mil estudantes de todo o país.
No total, foram avaliados cursos de 16 áreas do conhecimento: odontologia, agronomia, biomedicina, educação física, enfermagem, farmácia, fisioterapia, fonoaudiologia, medicina, medicina veterinária, nutrição, serviço social, radiologia, agroindústria, terapia ocupacional e zootecnia.
O exame foi criado em 2004 para avaliar a qualidade dos cursos e instituições de ensino superior em todo o Brasil e o grau de aprendizado dos estudantes. As provas incluem questões de formação geral e de conteúdos específicos.
O novo método também inclui o resultado do Indicador de Diferença entre os Desempenhos Observados e Esperados (IDD), que avalia a quantidade de conhecimento que o aluno agregou durante a graduação, além da infra-estrutura do curso, a titularidade dos professores e uma avaliação dos alunos sobre o currículo.
Ao comentar os resultados, o ministro da Educação, Fernando Haddad, evitou apontar causas diretas para a disparidade entre os resultados das instituições públicas e privadas, também verificado nos resultados do Enade.
“Possivelmente tem a ver com o regime de trabalho, com a titulação dos professores, mas pode estar ligado também com a condição sócio-econômica dos alunos, entre outras tantas variáveis”, apontou.
Segundo Haddad, o MEC patrocina grupos de pesquisa para avaliar indicadores educacionais e subsidiar as políticas de melhoria da qualidade do ensino. “O melhor a fazer é fomentar a academia para trabalhar esse tema e trazer para o conhecimento dos órgãos públicos o que pode ser feito para melhorar”, ponderou.
Com o CPC, Haddad espera “racionalizar e desburocratizar” os processos de avaliação do ensino superior, já que apenas as instituições com conceitos 1 e 2 – “mais preocupantes”, segundo Haddad – passarão por vistorias in loco. Quem tiver conceito 3, 4 ou 5 será dispensado da visita.
Notas máximas da Odontologia
Os cinco cursos de Odontologia que obtiveram a nota máxima (5) pertencem às seguintes universidades: Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS); Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN); Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp-Araraquara); Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG); e Universidade Estadual Júlio de Mesquita Filho (Unesp-Araçatuba).
E as piores...
Entre as piores, estão a Faculdade de Odontologia de Manaus (FOM) e Faculdade de Odontologia do Planalto Central (FOPLAC).
--------------------------------------------------------------------Conceito Enade
CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DE VALENÇA --------- 3
CENTRO UNIVERSITÁRIO DE VOLTA REDONDA --------- 1
CENTRO UNIVERSITÁRIO FLUMINENSE --------- 2
CENTRO UNIVERSITÁRIO SERRA DOS ÓRGÃOS --------- 3
FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE NOVA FRIBURGO --------- 2
FACULDADE SÃO JOSÉ ---------2
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO ------------ 5
UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ -------- 3
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO -------- 4
UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE -------- 4
UNIVERSIDADE GAMA FILHO -------- 3
UNIVERSIDADE IGUAÇU -------- 2
UNIVERSIDADE IGUAÇU -------- 2
UNIVERSIDADE SALGADO DE OLIVEIRA --------- 3
UNIVERSIDADE SEVERINO SOMBRA -------- 4
UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA -------- 3
Fonte: MEC/INEP
Menos de 1,5% dos cursos de ensino superior avaliados pelo novo indicador do Ministério da Educação (MEC) – o Conceito Preliminar de Curso, o CPC - receberam nota máxima (4 e 5). Das 3.238 graduações listadas pelo MEC, apenas 47 conseguiram alcançar nota 5 no recém-criado conceito. Desse subtotal, cinco são de Odontologia e pertencem a universidades públicas, seguindo uma tendência registrada pelo Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade): a maior concentração de cursos com notas mais altas está nas universidades e faculdades públicas. Entre as notas máximas aparece apenas um curso particular.
Cerca de 15% receberam os conceitos 1 e 2 e passarão por vistoria do MEC. Além disso, correm o risco de serem fechados se não cumprirem termos de compromisso para melhorar a qualidade do ensino. Desse grupo, há duas faculdades de odontologia, ambas particulares.
O novo indicador vai orientar a renovação das licenças de funcionamento concedidas pelo MEC. Os cursos com nota 1 e 2 serão visitados por fiscais do ministério.
Ainda de acordo com os dados divulgados no dia 6 de agosto pelo Ministério da Educação e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), 508 cursos superiores foram reprovados pelo MEC. As instituições privadas ficaram com o mais alto percentual de notas baixas: 87%.
Cursos avaliados
O Enade avaliou no ano passado cursos das áreas de saúde, agrárias e serviço social. As provas foram aplicadas a 190 mil estudantes de todo o país.
No total, foram avaliados cursos de 16 áreas do conhecimento: odontologia, agronomia, biomedicina, educação física, enfermagem, farmácia, fisioterapia, fonoaudiologia, medicina, medicina veterinária, nutrição, serviço social, radiologia, agroindústria, terapia ocupacional e zootecnia.
O exame foi criado em 2004 para avaliar a qualidade dos cursos e instituições de ensino superior em todo o Brasil e o grau de aprendizado dos estudantes. As provas incluem questões de formação geral e de conteúdos específicos.
O novo método também inclui o resultado do Indicador de Diferença entre os Desempenhos Observados e Esperados (IDD), que avalia a quantidade de conhecimento que o aluno agregou durante a graduação, além da infra-estrutura do curso, a titularidade dos professores e uma avaliação dos alunos sobre o currículo.
Ao comentar os resultados, o ministro da Educação, Fernando Haddad, evitou apontar causas diretas para a disparidade entre os resultados das instituições públicas e privadas, também verificado nos resultados do Enade.
“Possivelmente tem a ver com o regime de trabalho, com a titulação dos professores, mas pode estar ligado também com a condição sócio-econômica dos alunos, entre outras tantas variáveis”, apontou.
Segundo Haddad, o MEC patrocina grupos de pesquisa para avaliar indicadores educacionais e subsidiar as políticas de melhoria da qualidade do ensino. “O melhor a fazer é fomentar a academia para trabalhar esse tema e trazer para o conhecimento dos órgãos públicos o que pode ser feito para melhorar”, ponderou.
Com o CPC, Haddad espera “racionalizar e desburocratizar” os processos de avaliação do ensino superior, já que apenas as instituições com conceitos 1 e 2 – “mais preocupantes”, segundo Haddad – passarão por vistorias in loco. Quem tiver conceito 3, 4 ou 5 será dispensado da visita.
Notas máximas da Odontologia
Os cinco cursos de Odontologia que obtiveram a nota máxima (5) pertencem às seguintes universidades: Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS); Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN); Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp-Araraquara); Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG); e Universidade Estadual Júlio de Mesquita Filho (Unesp-Araçatuba).
E as piores...
Entre as piores, estão a Faculdade de Odontologia de Manaus (FOM) e Faculdade de Odontologia do Planalto Central (FOPLAC).
--------------------------------------------------------------------Conceito Enade
CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DE VALENÇA --------- 3
CENTRO UNIVERSITÁRIO DE VOLTA REDONDA --------- 1
CENTRO UNIVERSITÁRIO FLUMINENSE --------- 2
CENTRO UNIVERSITÁRIO SERRA DOS ÓRGÃOS --------- 3
FACULDADE DE ODONTOLOGIA DE NOVA FRIBURGO --------- 2
FACULDADE SÃO JOSÉ ---------2
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO ------------ 5
UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ -------- 3
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO -------- 4
UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE -------- 4
UNIVERSIDADE GAMA FILHO -------- 3
UNIVERSIDADE IGUAÇU -------- 2
UNIVERSIDADE IGUAÇU -------- 2
UNIVERSIDADE SALGADO DE OLIVEIRA --------- 3
UNIVERSIDADE SEVERINO SOMBRA -------- 4
UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA -------- 3
Fonte: MEC/INEP
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Informações sobre Letras!
É o estudo da língua portuguesa e de idiomas estrangeiros e de suas respectivas literaturas. O bacharel em Letras pesquisa e ensina o português e idiomas estrangeiros e a literatura brasileira e de outros povos. Em geral, ele se especializa em uma língua moderna, como inglês, espanhol, francês e alemão. Mas também pode dedicar-se a línguas clássicas, como latim e grego. Essa é uma área em que é preciso estudar sempre, a fim de manter o domínio dos idiomas e estar atualizado com as novas expressões idiomáticas. O principal campo de trabalho está nas escolas do ensino fundamental e médio ou de idiomas. Mas também há espaço em editoras, para fazer a preparação de originais e para revisar e traduzir textos, e nas áreas de interpretação e secretariado bilíngue.
O mercado de trabalho
Quem opta pela licenciatura tem boas perspectivas em todo o país. Escolas das redes pública e particular contratam professores de português, espanhol ou inglês. Os formados que obtêm o título de mestre ou doutor podem lecionar em universidades e desenvolver projetos de pesquisa acadêmica. Nas editoras de revistas e livros, o campo também é bom, já que essas empresas precisam dos serviços de revisores de textos. No setor editorial, pode atuar em produção editorial, preparação de obras didáticas e tradução. O especialista é requisitado por empresas para treinar funcionário sou ensinar português para estrangeiros. É possível atuar como intérprete em eventos ou para grupos estrangeiros. Um segmento em ascensão é o de "localização" – tradução dos comandos de programas de computador importados.
O curso
O aluno opta logo no início por um idioma estrangeiro – como inglês, francês, espanhol e italiano – para estudar e treinar em laboratório e sala de aula. Análise literária, produção de textos, tradução e pesquisa sobre a evolução e o uso dos idiomas ocupam boa parte da carga horária. Entre as matérias teóricas estão teoria literária, semântica e fonologia, além de língua portuguesa e literaturas portuguesa e brasileira. Para lecionar é preciso fazer licenciatura. Algumas faculdades oferecem as duas formações, a de bacharel e a de licenciado. Há instituições que oferecem, como parte da graduação, programas especiais, como o de formação de escritores, uma série de oficinas que ensina ao aluno as principais técnicas de redação literária.
Duração média: quatro anos.
O que você pode fazer
Editoração
Trabalhar na preparação de textos, da seleção dos originais à tradução, padronização e revisão.
Ensino
Lecionar em classes de ensino fundamental, médio e superior ou em escolas de idiomas. Treinar funcionários de empresas na fluência de idiomas estrangeiros.
Tradução
Verter textos do português para línguas estrangeiras, ou vice-versa, em editoras, agências de publicidade, empresas estrangeiras e em laboratórios de dublagem e legendagem de filmes e vídeos
O mercado de trabalho
Quem opta pela licenciatura tem boas perspectivas em todo o país. Escolas das redes pública e particular contratam professores de português, espanhol ou inglês. Os formados que obtêm o título de mestre ou doutor podem lecionar em universidades e desenvolver projetos de pesquisa acadêmica. Nas editoras de revistas e livros, o campo também é bom, já que essas empresas precisam dos serviços de revisores de textos. No setor editorial, pode atuar em produção editorial, preparação de obras didáticas e tradução. O especialista é requisitado por empresas para treinar funcionário sou ensinar português para estrangeiros. É possível atuar como intérprete em eventos ou para grupos estrangeiros. Um segmento em ascensão é o de "localização" – tradução dos comandos de programas de computador importados.
O curso
O aluno opta logo no início por um idioma estrangeiro – como inglês, francês, espanhol e italiano – para estudar e treinar em laboratório e sala de aula. Análise literária, produção de textos, tradução e pesquisa sobre a evolução e o uso dos idiomas ocupam boa parte da carga horária. Entre as matérias teóricas estão teoria literária, semântica e fonologia, além de língua portuguesa e literaturas portuguesa e brasileira. Para lecionar é preciso fazer licenciatura. Algumas faculdades oferecem as duas formações, a de bacharel e a de licenciado. Há instituições que oferecem, como parte da graduação, programas especiais, como o de formação de escritores, uma série de oficinas que ensina ao aluno as principais técnicas de redação literária.
Duração média: quatro anos.
O que você pode fazer
Editoração
Trabalhar na preparação de textos, da seleção dos originais à tradução, padronização e revisão.
Ensino
Lecionar em classes de ensino fundamental, médio e superior ou em escolas de idiomas. Treinar funcionários de empresas na fluência de idiomas estrangeiros.
Tradução
Verter textos do português para línguas estrangeiras, ou vice-versa, em editoras, agências de publicidade, empresas estrangeiras e em laboratórios de dublagem e legendagem de filmes e vídeos
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Informações sobre Perito Criminal!
Peritos, em sentido amplo, são pessoas físicas entendidas e experimentadas em determinados assuntos e, designadas pela Justiça, recebem a incumbência de ver e referir fatos de natureza permanente, cujo esclarecimento é de interesse no processo. A convocação para o papel de Perito é uma forma de reconhecimento de competências, decorrente em grande medida da autoridade científica do próprio Perito.
Perito Criminal é o policial a serviço da justiça, especializado em encontrar ou proporcionar a chamada prova técnica ou prova pericial, mediante a análise científica de vestígios produzidos e deixados na prática de delitos. As atividades periciais são classificadas como de grande complexidade, em razão da responsabilidade e formação especializada revestidas no cargo.
O Perito Criminal estuda o corpo (ou objeto envolvido no delito), refaz o mecanismo do crime (para saber o que ocorreu), examina o local onde ocorreu o delito e efetua exames laboratoriais, entre outras coisas. Nos estados onde a Polícia Científica é desvinculada da Polícia Civil, o Perito Criminal, na qualidade de detentor de autoridade científica, atua como Chefe de Polícia Científica.
O perito criminal é, de rigor, uma categoria profissional que integra os órgãos de segurança, em sua atividade investigativo-científica, de marcante relevância para o Poder Judiciário. Diferentemente das Polícias Civis e do Ministério Público, cuja função se alicerça na suspeita e na acusação, os Juízes de Direito e Peritos Criminais se baseiam na imparcialidade de aferição das provas.
Ingresso
O ingresso na carreira é obtido obrigatoriamente por concurso público, que pode ser de provas ou de provas e títulos. Embora o Código de Processo Penal não faça diferenciações entre os tipos de Peritos, comumente nas Polícias Civis dos estados eles são divididos em Perito Criminal e Médico Legista.
O cargo de Perito Criminal ou Criminalístico (podendo ser estadual ou federal) exige formação de nível superior em qualquer área do conhecimento, sendo que diversas Polícias exigem formação específica, por exemplo: Biologia, Biomedicina, Computação, Contabilidade,Direito, Engenharias, Farmácia, Física, Fonoaudiologia, Matemática, Medicina, Psicologia, Medicina Veterinária, Química, dentre outras. Já o cargo de Perito Legista geralmente subdivide-se em Perito Médico-Legista (cargo privativo de médico), Perito Odonto-Legista (cargo privativo de dentista). Os Peritos Criminais geralmente trabalham em locais de crime (perícias de natureza externa) e nos Institutos de Criminalística (natureza interna), enquanto os Médicos Legistas geralmente trabalham nos Institutos Médicos Legais (IMLs), em conjunto com os Odonto-Legistas, responsáveis pelas análises das vísceras e demais vestígios coletados durantes os exames de corpo de delito, seja no morto (de cujus) ou na pessoa viva.
Prova Pericial
A perícia criminal, requisitada pela Autoridade Policial, Ministério Público e Judiciário, é a base decisória que direciona a investigação policial e o processo criminal. A prova pericial é indispensável nos crimes que deixam vestígio, não podendo ser dispensada sequer quando o criminoso confessa a prática do delito.
A perícia é uma modalidade de prova que requer conhecimentos especializados para a sua produção, relativamente à pessoa física, viva ou morta, implicando na apreciação, interpretação e descrição escrita de fatos ou de circunstâncias, de presumível ou de evidente interesse judiciário.
O conjunto dos elementos materiais relacionados com a infração penal, devidamente estudados por profissionais especializados, permite provar a ocorrência de um crime, determinando de que forma este ocorreu e, quando possível e necessário, identificando todas as partes envolvidas, tais como a vítima, o criminoso e outras pessoas que possam de alguma forma ter relação com o crime, assim como o meio pelo qual se perpetrou o crime, com a determinação do tipo de ferramenta ou arma utilizada no delito.
Apesar de o laudo pericial não ser a única prova, e entre as provas não haver hierarquia, ocorre que, na prática, a prova pericial acaba tendo prevalência sobre as demais. Isto se dá pela imparcialidade e objetividade da prova técnico-científica enquanto que as chamadas provas subjetivas dependam do testemunho ou interpretação de pessoas, podendo ocorrer uma série de erros, desde a simples falta de capacidade da pessoa em relatar determinado fato, até o emprego de má fé, onde exista a intenção de distorcer os fatos.
A perícia criminal encontra-se atualmente em processo de expansão no Brasil, com início de valorização por parte das autoridades, mas em curso demasiadamente lento, o que faz com que o Perito Criminal ainda seja visto através de uma fachada de filmes de Hollywood, o que não se aplica à realidade brasileira.
A execução das perícias criminais é de competência exclusiva dos Peritos Criminais.Essa afirmação é reforçada pelo Art. 25 da Lei Geral da Polícia Civil (Projeto de Lei 1949/07), que caracteriza a figura do Perito Criminal como essencial para o funcionamento da Polícia Judiciária ou da Polícia Científica, nos estados onde esta estiver em operação.
Características Processuais dos Peritos
• São órgãos estáticos, à semelhança dos Juízes;
• São órgãos dotados de formação universitária plena;
• São órgãos vinculados a entidades de classe (CRQ, CRF, CRFa, CREAA, CRP, CRM), ao contrário dos Juízes que não estão filiados à OAB;
• Transformam-se em órgãos dinâmicos, quando regularmente requisitados por autoridade competente (policial, policial militar, judiciária penal, judiciária militar), como os Juízes, ao receberem a denúncia ou a queixa.
Atribuições Legais
São atribuições legais dos Peritos Criminais:
• Supervisionar, coordenar, controlar, orientar e executar perícias criminais em geral;
• Planejar, dirigir e coordenar as atividades científicas;
• Fornecer elementos esclarecedores para a instrução de inquéritos policiais e processos criminais;
• Promover o trabalho especializado de investigação e pesquisa policial;
• Executar atividades técnico-científicas de nível superior de análises e pesquisas na área forense;
• Proceder a levantamentos topográficos e fotográficos e a exames periciais, laboratoriais, odonto-legais, químico-legais e microbalísticos;
• Emitir parecer sobre trabalhos criminalísticos;
• Produzir laudos periciais;
• Elaborar estudos estatísticos dos crimes em relação à criminalística;
• Praticar atos necessários aos procedimentos das perícias policiais criminais;
• Executar as atividades de identificação humana, relevantes para os procedimentos pré-processuais judiciais;
• Desempenhar atividades periciais relacionadas às atribuições legalmente reservadas às classes profissionais a que pertencem.
Atividades Desenvolvidas
As atividades desenvolvidas pelos Peritos são de grande complexidade e de natureza especializada, tendo por objeto executar com exclusividade os exames de corpo de delito e todas as perícias criminais necessárias à instrução processual penal, nos termos das normas constitucionais e legais em vigor, exercendo suas atribuições nos setores periciais de: Acidentes de Trânsito, Auditoria Forense, Balística Forense, Documentoscopia, Engenharia Legal, Perícias Especiais, Fonética Forense, Identificação Veicular, Informática, Local de Crime Contra a Pessoa, Local de Crime Contra o Patrimônio, Meio Ambiente, Multimídia, Papiloscopia, dentre outros.
A função mais relevante do Perito Criminal é a busca da verdade material com base exclusivamente na técnica. Não cabe ao Perito Criminal acusar ou suspeitar, mas apenas examinar os fatos e elucidá-los. Desventrar todos os aspectos inerentes aos elementos investigados, do ponto exclusivamente técnico.
Armamento Utilizado
Os Peritos Criminais, bem como os demais policiais da área científica, diferem da maioria dos policiais civis e militares pelo fato de não praticarem atos de policiamento ostensivo ou preventivo especializado. Sendo a atividade das Polícias Científicas (e dos Departamentos Técnico-Científicos das Polícias Civis) de natureza estritamente pericial, é praticamente nula a existência de armamento pesado (como fuzis e submetralhadoras) em posse de Peritos Criminais e policiais técnico-científicos.
Ainda assim, como trata-se de cargos de natureza policial, sujeitos a trabalhos em locais de crime de variada periculosidade e com deslocamento feito em viaturas devidamente caracterizadas, a maioria dos Peritos está dotada de pistolas, revólveres e espingardas.
Remuneração
O salário médio de um Perito Criminal em início de carreira no Brasil é de R$ 5.040,20 - sendo o menor salário o pago pelo Estado do Mato Grosso do Sul (R$ 3.100,00) e o maior salário o pago pela Polícia Federal e pela Polícia Civil do Distrito Federal (R$ 13.368,68).
Fonte: Wikipédia
Perito Criminal é o policial a serviço da justiça, especializado em encontrar ou proporcionar a chamada prova técnica ou prova pericial, mediante a análise científica de vestígios produzidos e deixados na prática de delitos. As atividades periciais são classificadas como de grande complexidade, em razão da responsabilidade e formação especializada revestidas no cargo.
O Perito Criminal estuda o corpo (ou objeto envolvido no delito), refaz o mecanismo do crime (para saber o que ocorreu), examina o local onde ocorreu o delito e efetua exames laboratoriais, entre outras coisas. Nos estados onde a Polícia Científica é desvinculada da Polícia Civil, o Perito Criminal, na qualidade de detentor de autoridade científica, atua como Chefe de Polícia Científica.
O perito criminal é, de rigor, uma categoria profissional que integra os órgãos de segurança, em sua atividade investigativo-científica, de marcante relevância para o Poder Judiciário. Diferentemente das Polícias Civis e do Ministério Público, cuja função se alicerça na suspeita e na acusação, os Juízes de Direito e Peritos Criminais se baseiam na imparcialidade de aferição das provas.
Ingresso
O ingresso na carreira é obtido obrigatoriamente por concurso público, que pode ser de provas ou de provas e títulos. Embora o Código de Processo Penal não faça diferenciações entre os tipos de Peritos, comumente nas Polícias Civis dos estados eles são divididos em Perito Criminal e Médico Legista.
O cargo de Perito Criminal ou Criminalístico (podendo ser estadual ou federal) exige formação de nível superior em qualquer área do conhecimento, sendo que diversas Polícias exigem formação específica, por exemplo: Biologia, Biomedicina, Computação, Contabilidade,Direito, Engenharias, Farmácia, Física, Fonoaudiologia, Matemática, Medicina, Psicologia, Medicina Veterinária, Química, dentre outras. Já o cargo de Perito Legista geralmente subdivide-se em Perito Médico-Legista (cargo privativo de médico), Perito Odonto-Legista (cargo privativo de dentista). Os Peritos Criminais geralmente trabalham em locais de crime (perícias de natureza externa) e nos Institutos de Criminalística (natureza interna), enquanto os Médicos Legistas geralmente trabalham nos Institutos Médicos Legais (IMLs), em conjunto com os Odonto-Legistas, responsáveis pelas análises das vísceras e demais vestígios coletados durantes os exames de corpo de delito, seja no morto (de cujus) ou na pessoa viva.
Prova Pericial
A perícia criminal, requisitada pela Autoridade Policial, Ministério Público e Judiciário, é a base decisória que direciona a investigação policial e o processo criminal. A prova pericial é indispensável nos crimes que deixam vestígio, não podendo ser dispensada sequer quando o criminoso confessa a prática do delito.
A perícia é uma modalidade de prova que requer conhecimentos especializados para a sua produção, relativamente à pessoa física, viva ou morta, implicando na apreciação, interpretação e descrição escrita de fatos ou de circunstâncias, de presumível ou de evidente interesse judiciário.
O conjunto dos elementos materiais relacionados com a infração penal, devidamente estudados por profissionais especializados, permite provar a ocorrência de um crime, determinando de que forma este ocorreu e, quando possível e necessário, identificando todas as partes envolvidas, tais como a vítima, o criminoso e outras pessoas que possam de alguma forma ter relação com o crime, assim como o meio pelo qual se perpetrou o crime, com a determinação do tipo de ferramenta ou arma utilizada no delito.
Apesar de o laudo pericial não ser a única prova, e entre as provas não haver hierarquia, ocorre que, na prática, a prova pericial acaba tendo prevalência sobre as demais. Isto se dá pela imparcialidade e objetividade da prova técnico-científica enquanto que as chamadas provas subjetivas dependam do testemunho ou interpretação de pessoas, podendo ocorrer uma série de erros, desde a simples falta de capacidade da pessoa em relatar determinado fato, até o emprego de má fé, onde exista a intenção de distorcer os fatos.
A perícia criminal encontra-se atualmente em processo de expansão no Brasil, com início de valorização por parte das autoridades, mas em curso demasiadamente lento, o que faz com que o Perito Criminal ainda seja visto através de uma fachada de filmes de Hollywood, o que não se aplica à realidade brasileira.
A execução das perícias criminais é de competência exclusiva dos Peritos Criminais.Essa afirmação é reforçada pelo Art. 25 da Lei Geral da Polícia Civil (Projeto de Lei 1949/07), que caracteriza a figura do Perito Criminal como essencial para o funcionamento da Polícia Judiciária ou da Polícia Científica, nos estados onde esta estiver em operação.
Características Processuais dos Peritos
• São órgãos estáticos, à semelhança dos Juízes;
• São órgãos dotados de formação universitária plena;
• São órgãos vinculados a entidades de classe (CRQ, CRF, CRFa, CREAA, CRP, CRM), ao contrário dos Juízes que não estão filiados à OAB;
• Transformam-se em órgãos dinâmicos, quando regularmente requisitados por autoridade competente (policial, policial militar, judiciária penal, judiciária militar), como os Juízes, ao receberem a denúncia ou a queixa.
Atribuições Legais
São atribuições legais dos Peritos Criminais:
• Supervisionar, coordenar, controlar, orientar e executar perícias criminais em geral;
• Planejar, dirigir e coordenar as atividades científicas;
• Fornecer elementos esclarecedores para a instrução de inquéritos policiais e processos criminais;
• Promover o trabalho especializado de investigação e pesquisa policial;
• Executar atividades técnico-científicas de nível superior de análises e pesquisas na área forense;
• Proceder a levantamentos topográficos e fotográficos e a exames periciais, laboratoriais, odonto-legais, químico-legais e microbalísticos;
• Emitir parecer sobre trabalhos criminalísticos;
• Produzir laudos periciais;
• Elaborar estudos estatísticos dos crimes em relação à criminalística;
• Praticar atos necessários aos procedimentos das perícias policiais criminais;
• Executar as atividades de identificação humana, relevantes para os procedimentos pré-processuais judiciais;
• Desempenhar atividades periciais relacionadas às atribuições legalmente reservadas às classes profissionais a que pertencem.
Atividades Desenvolvidas
As atividades desenvolvidas pelos Peritos são de grande complexidade e de natureza especializada, tendo por objeto executar com exclusividade os exames de corpo de delito e todas as perícias criminais necessárias à instrução processual penal, nos termos das normas constitucionais e legais em vigor, exercendo suas atribuições nos setores periciais de: Acidentes de Trânsito, Auditoria Forense, Balística Forense, Documentoscopia, Engenharia Legal, Perícias Especiais, Fonética Forense, Identificação Veicular, Informática, Local de Crime Contra a Pessoa, Local de Crime Contra o Patrimônio, Meio Ambiente, Multimídia, Papiloscopia, dentre outros.
A função mais relevante do Perito Criminal é a busca da verdade material com base exclusivamente na técnica. Não cabe ao Perito Criminal acusar ou suspeitar, mas apenas examinar os fatos e elucidá-los. Desventrar todos os aspectos inerentes aos elementos investigados, do ponto exclusivamente técnico.
Armamento Utilizado
Os Peritos Criminais, bem como os demais policiais da área científica, diferem da maioria dos policiais civis e militares pelo fato de não praticarem atos de policiamento ostensivo ou preventivo especializado. Sendo a atividade das Polícias Científicas (e dos Departamentos Técnico-Científicos das Polícias Civis) de natureza estritamente pericial, é praticamente nula a existência de armamento pesado (como fuzis e submetralhadoras) em posse de Peritos Criminais e policiais técnico-científicos.
Ainda assim, como trata-se de cargos de natureza policial, sujeitos a trabalhos em locais de crime de variada periculosidade e com deslocamento feito em viaturas devidamente caracterizadas, a maioria dos Peritos está dotada de pistolas, revólveres e espingardas.
Remuneração
O salário médio de um Perito Criminal em início de carreira no Brasil é de R$ 5.040,20 - sendo o menor salário o pago pelo Estado do Mato Grosso do Sul (R$ 3.100,00) e o maior salário o pago pela Polícia Federal e pela Polícia Civil do Distrito Federal (R$ 13.368,68).
Fonte: Wikipédia
domingo, 8 de agosto de 2010
Informações sobre Arquivologia!
A crescente produção de conteúdos por meios eletrônicos e a necessidade de organizá-los contribui para o aumento da procura por arquivistas. O campo de trabalho para esse profissional se encontra em ascensão. Para os próximos anos, as perspectivas são de crescimento da oferta de trabalho, sobretudo por causa do aumento das requisições do serviço público. As grandes cidades, que possuem redes mais complexas de serviços públicos e sediam empresas de maior porte, constituem os principais núcleos de absorção desses profissionais. As vagas encontram-se principalmente nas grandes cidades, como São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Belo Horizonte (MG), onde empresas privadas criam centros de documentação para o registro de sua trajetória, e Brasília, em razão do setor público. No entanto, há oportunidades em todo o Brasil. No setor privado, os arquivistas são cada vez mais procurados por hospitais, instituições de ensino superior, indústrias, centros de memória, casas de cultura e grandes escritórios de advocacia, engenharia e arquitetura. Em consultorias de arquivologia, como a Acervo (SP) e a Poliedro (DF), existem vagas de trabalho temporário. Como elas prestam serviço para várias empresas e órgãos públicos, buscam profissionais para atuar por tempo determinado. O bacharel também tema possibilidade de abrir a própria consultoria e atuar como autônomo.
O mercado de trabalho
A crescente produção de conteúdos por meios eletrônicos e a necessidade de organizá-los contribui para o aumento da procura por arquivistas. O campo de trabalho para esse profissional se encontra em ascensão. Para os próximos anos, as perspectivas são de crescimento da oferta de trabalho, sobretudo por causa do aumento das requisições do serviço público. As grandes cidades, que possuem redes mais complexas de serviços públicos e sediam empresas de maior porte, constituem os principais núcleos de absorção desses profissionais. As vagas encontram-se principalmente nas grandes cidades, como São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Belo Horizonte (MG), onde empresas privadas criam centros de documentação para o registro de sua trajetória, e Brasília, em razão do setor público. No entanto, há oportunidades em todo o Brasil. No setor privado, os arquivistas são cada vez mais procurados por hospitais, instituições de ensino superior, indústrias, centros de memória, casas de cultura e grandes escritórios de advocacia, engenharia e arquitetura. Em consultorias de arquivologia, como a Acervo (SP) e a Poliedro (DF),existem vagas de trabalho temporário. Como elas prestam serviço para várias empresas e órgãos públicos, buscam profissionais para atuar por tempo determinado. O bacharel também tema possibilidade de abrir a própria consultoria e atuar como autônomo.
O curso
Além das disciplinas básicas, como história, teoria da administração, informática estatística, você estuda as específicas, como descrição documental, projeto e implantação de sistemas de arquivo e paleografia (estudo das escritas antigas). Em laboratório, aprende técnicas de classificação, higienização, preservação e guarda de documentos e toma contato com ferramentas computacionais que auxiliam no gerenciamento de arquivos. É necessário conhecer a legislação para avaliar corretamente a validade dos documentos manipulados. Para isso, o aluno tem aulas de avaliação documental. Estágio curricular de255 horas e trabalho de conclusão são obrigatórios.
Duração média: quatro anos.
O que você pode fazer
Conservação e restauração
Prevenir a deterioração de documentos e recuperar os danificados.
Difusão educativa e cultural
Orientar o público na consulta e no manuseio de documentos.
Documentação eletrônica
Criar banco de dados, fazer microfilmagem e digitalização.
Gestão
Avaliar as informações e os documentos, decidindo pelo arquivamento ou pela destruição.
Racionalização de documentos
Classificar e organizar documentos, a fim de agilizar sua localização e seu uso.
Informações sobre - A Escola de Arquivologia da UNIRIO
A Escola de Arquivologia da UNIRIO é a primeira do Brasil e tem sua origem no Arquivo Nacional. É uma das Escolas do Centro de Ciências Humanas e Sociais (CCH) e já formou mais de 1200 arquivistas.
O curso é oferecido no horário noturno (aulas de 18h às 22h10min de segunda a sexta-feira) com período de integralização curricular de 8 a 12 semestres letivos.
A Arquivologia
A Arquivologia é uma área do conhecimento das Ciências Sociais Aplicadas. Por meio de um quadro conceitual e de uma metodologia própria e específica, estuda e trata os dados contidos nos documentos arquivísticos transformando-os em informação potencialmente capaz de produzir conhecimento e desenvolvimento social. A área de atuação da Arquivologia compreende a gestão da produção, do processamento e da disseminação da informação corrente, necessária e básica para a tomada de decisões na administração contemporânea. Seu objeto de estudo e intervenção é a informação arquivística, isto é, uma informação de natureza orgânica e funcional, pública ou privada, coletiva ou pessoal, produzida, recebida e acumulada por pessoa física ou jurídica em razão de seus objetivos. Com a gestão da informação arquivística assegura-se a constituição e a preservação da memória institucional e pessoal.
O arquivista é um profissional polivalente. Ele precisa ter um conhecimento, ao mesmo tempo, amplo e específico, para assim dar conta do tratamento das informações contidas nos registros documentais produzidos pelas inúmeras atividades da sociedade. O arquivista deverá ser capaz de gerenciar a informação produzida em função das atividades de organizações públicas e privadas e de pessoas físicas, registradas em qualquer suporte ou formato. Deverá, ainda, ser capaz de planejar, organizar e coordenar projetos, serviços e instituições arquivísticas. Para atender a demanda cada vez maior de uma sociedade onde as estruturas de comunicação e informação são referências centrais, o arquivista deve buscar apoio nas tecnologias de informação e no conhecimento de outros idiomas. A sua atuação requer solidez no conhecimento técnico-científico, pautada por um forte componente político e por princípios éticos.
O arquivista coordena e controla a produção, o fluxo e a difusão da informação em qualquer tempo e lugar em que estas sejam produzidas, o que significa nos mais diversos ramos da atividade humana espalhados por toda a sociedade contemporânea. O arquivista atua nas empresas privadas, nas instituições públicas, na administração federal, estadual e municipal, na Internet, nas Universidades, nos arquivos públicos e privados, nos arquivos coletivos e pessoais, nos centros de cultura, nos hospitais, em museus, em bibliotecas... Poderá atuar, ainda como docente e como pesquisador de sua área, estudando e produzindo novos conhecimentos.
A Arquivologia é uma área do conhecimento onde o ensino interdisciplinar prevalece. Fazem parte desse universo dos clássicos da Arquivologia e primeiros grandes manuais aos artigos e obras com a produção científica contemporânea. Deve conhecer a legislação nacional pertinente, preparar-se para participar das decisões em diferentes níveis atuando politicamente, estar atualizado com a plataforma tecnológica existente e com os sites institucionais, acadêmicos e governamentais disponíveis na Internet, bem como conhecer os princípios da moderna administração, organização e método. Além das disciplinas típicas da área, estuda Paleografia, Diplomática, História, Sociologia etc. Para graduar-se, a Escola de Arquivologia da UNIRIO exige que o aluno produza uma pesquisa monográfica com orientação docente como trabalho de fim de curso.
Fonte: Guia do Estudante e Unirio
O mercado de trabalho
A crescente produção de conteúdos por meios eletrônicos e a necessidade de organizá-los contribui para o aumento da procura por arquivistas. O campo de trabalho para esse profissional se encontra em ascensão. Para os próximos anos, as perspectivas são de crescimento da oferta de trabalho, sobretudo por causa do aumento das requisições do serviço público. As grandes cidades, que possuem redes mais complexas de serviços públicos e sediam empresas de maior porte, constituem os principais núcleos de absorção desses profissionais. As vagas encontram-se principalmente nas grandes cidades, como São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Belo Horizonte (MG), onde empresas privadas criam centros de documentação para o registro de sua trajetória, e Brasília, em razão do setor público. No entanto, há oportunidades em todo o Brasil. No setor privado, os arquivistas são cada vez mais procurados por hospitais, instituições de ensino superior, indústrias, centros de memória, casas de cultura e grandes escritórios de advocacia, engenharia e arquitetura. Em consultorias de arquivologia, como a Acervo (SP) e a Poliedro (DF),existem vagas de trabalho temporário. Como elas prestam serviço para várias empresas e órgãos públicos, buscam profissionais para atuar por tempo determinado. O bacharel também tema possibilidade de abrir a própria consultoria e atuar como autônomo.
O curso
Além das disciplinas básicas, como história, teoria da administração, informática estatística, você estuda as específicas, como descrição documental, projeto e implantação de sistemas de arquivo e paleografia (estudo das escritas antigas). Em laboratório, aprende técnicas de classificação, higienização, preservação e guarda de documentos e toma contato com ferramentas computacionais que auxiliam no gerenciamento de arquivos. É necessário conhecer a legislação para avaliar corretamente a validade dos documentos manipulados. Para isso, o aluno tem aulas de avaliação documental. Estágio curricular de255 horas e trabalho de conclusão são obrigatórios.
Duração média: quatro anos.
O que você pode fazer
Conservação e restauração
Prevenir a deterioração de documentos e recuperar os danificados.
Difusão educativa e cultural
Orientar o público na consulta e no manuseio de documentos.
Documentação eletrônica
Criar banco de dados, fazer microfilmagem e digitalização.
Gestão
Avaliar as informações e os documentos, decidindo pelo arquivamento ou pela destruição.
Racionalização de documentos
Classificar e organizar documentos, a fim de agilizar sua localização e seu uso.
Informações sobre - A Escola de Arquivologia da UNIRIO
A Escola de Arquivologia da UNIRIO é a primeira do Brasil e tem sua origem no Arquivo Nacional. É uma das Escolas do Centro de Ciências Humanas e Sociais (CCH) e já formou mais de 1200 arquivistas.
O curso é oferecido no horário noturno (aulas de 18h às 22h10min de segunda a sexta-feira) com período de integralização curricular de 8 a 12 semestres letivos.
A Arquivologia
A Arquivologia é uma área do conhecimento das Ciências Sociais Aplicadas. Por meio de um quadro conceitual e de uma metodologia própria e específica, estuda e trata os dados contidos nos documentos arquivísticos transformando-os em informação potencialmente capaz de produzir conhecimento e desenvolvimento social. A área de atuação da Arquivologia compreende a gestão da produção, do processamento e da disseminação da informação corrente, necessária e básica para a tomada de decisões na administração contemporânea. Seu objeto de estudo e intervenção é a informação arquivística, isto é, uma informação de natureza orgânica e funcional, pública ou privada, coletiva ou pessoal, produzida, recebida e acumulada por pessoa física ou jurídica em razão de seus objetivos. Com a gestão da informação arquivística assegura-se a constituição e a preservação da memória institucional e pessoal.
O arquivista é um profissional polivalente. Ele precisa ter um conhecimento, ao mesmo tempo, amplo e específico, para assim dar conta do tratamento das informações contidas nos registros documentais produzidos pelas inúmeras atividades da sociedade. O arquivista deverá ser capaz de gerenciar a informação produzida em função das atividades de organizações públicas e privadas e de pessoas físicas, registradas em qualquer suporte ou formato. Deverá, ainda, ser capaz de planejar, organizar e coordenar projetos, serviços e instituições arquivísticas. Para atender a demanda cada vez maior de uma sociedade onde as estruturas de comunicação e informação são referências centrais, o arquivista deve buscar apoio nas tecnologias de informação e no conhecimento de outros idiomas. A sua atuação requer solidez no conhecimento técnico-científico, pautada por um forte componente político e por princípios éticos.
O arquivista coordena e controla a produção, o fluxo e a difusão da informação em qualquer tempo e lugar em que estas sejam produzidas, o que significa nos mais diversos ramos da atividade humana espalhados por toda a sociedade contemporânea. O arquivista atua nas empresas privadas, nas instituições públicas, na administração federal, estadual e municipal, na Internet, nas Universidades, nos arquivos públicos e privados, nos arquivos coletivos e pessoais, nos centros de cultura, nos hospitais, em museus, em bibliotecas... Poderá atuar, ainda como docente e como pesquisador de sua área, estudando e produzindo novos conhecimentos.
A Arquivologia é uma área do conhecimento onde o ensino interdisciplinar prevalece. Fazem parte desse universo dos clássicos da Arquivologia e primeiros grandes manuais aos artigos e obras com a produção científica contemporânea. Deve conhecer a legislação nacional pertinente, preparar-se para participar das decisões em diferentes níveis atuando politicamente, estar atualizado com a plataforma tecnológica existente e com os sites institucionais, acadêmicos e governamentais disponíveis na Internet, bem como conhecer os princípios da moderna administração, organização e método. Além das disciplinas típicas da área, estuda Paleografia, Diplomática, História, Sociologia etc. Para graduar-se, a Escola de Arquivologia da UNIRIO exige que o aluno produza uma pesquisa monográfica com orientação docente como trabalho de fim de curso.
Fonte: Guia do Estudante e Unirio
sábado, 7 de agosto de 2010
Informações sobre Biblioteconomia!
É a classificação, organização, conservação e divulgação do acervo de bibliotecas e centros de documentação. O bibliotecário trabalha como um administrador de dados, que também processa e dissemina a informação. Além de catalogar e guardar as informações, ele orienta sua busca e seleção. Cabe-lhe analisar, sintetizar e organizar livros, revistas, documentos, fotos, filmes e vídeos. É de sua responsabilidade planejar, implementar e gerenciar sistemas de informação,além de preservar os suportes (mídias) para que resistam ao tempo e ao uso. Trabalham em bibliotecas públicas, escolares ou particulares, centros de documentação, arquivos, museus, centros culturais e de memória, hemerotecas, editoras, empresas de comunicação, provedores de internet, ONGs, clubes e associações. Sua atuação se volta cada vez mais para a criação e a manutenção de arquivos digitais e para a montagem de bancos de dados em computadores, empregando sistemas de informática e internet.
O mercado de trabalho
A expansão de instituições de ensino superior e de escolas técnicas aumenta as vagas para os bibliotecários, já que esses estabelecimentos precisam organizar seus bancos dedados e acervos. As áreas ligadas à tecnologia à internet são o novo atrativo para o bacharel, que atua na organização de conteúdo em espaços virtuais, como intranet e bibliotecas digitais. Nesse campo, o bibliotecário encontra oportunidades em arquivos de empresas, centros de documentação públicos e privados, museus, editoras e livrarias. Os órgãos públicos abrem concursos regulares para contratar o profissional, que é requisitado para cuidar de documentações históricas. As bibliotecas do Poder Judiciário são as que mais têm buscado esse bacharel. Ele também encontra trabalho em centros culturais, oficinas de cultura e informação,salas de leitura e de lazer, galerias de arte,brinquedotecas, cinematecas, pinacotecas e videotecas.São Paulo é o estado do país que mais emprega esse tipo de profissional, mas há boas ofertas também no Rio de Janeiro e em Brasília, principalmente nas áreas de gestão e análise de informação. O setor privado tem sido promissor, especialmente na área de comunicação. A necessidade das empresas de obter e utilizar a informação como ferramenta para aumentar a competitividade possibilita ao bibliotecário trabalhar como gestor de informação e avaliador de conteúdo da intranet e da internet, uma área em destaque. Hospitais, escritórios de advocacia e ONGs também são fontes de oportunidades.
O curso
Entre as disciplinas básicas encontram-se língua portuguesa, inglês, história e literatura. Entre as específicas estão incluídas história do registro da informação, indexação e arquitetura da informação. O curso oferece, ainda, aulas de introdução à economia e à contabilidade, marketing e administração de unidades de informação.Com essas matérias, o aluno se prepara para montar sistemas de organização e de acesso aos dados. O estágio é obrigatório e exige-se, ainda, uma monografia de conclusão de curso.
Duração média: quatro anos.
O que você pode fazer
Análise da informação
Avaliar, selecionar, classificar e indexar livros, documentos, fotos, partituras musicais, fitas de vídeo e de áudio e arquivos digitais.
Gestão de serviços de informação
Planejar, organizar e administrar bibliotecas e centros de documentação. Coordenar a formação do acervo, o arquivamento dos documentos e sua conservação.
Gestão do conhecimento
Desenvolver e gerenciar mecanismos para sistematizar o conhecimento acumulado dentro de uma organização, seja ela uma empresa, uma ONG, uma escola ou uma associação, estimulando sua divulgação.
Normatização
Montar e manter bases de dados, com o emprego de normas internacionais, como o ISO (International Organization for Standardization).
Fonte: Guia do Estudante
O mercado de trabalho
A expansão de instituições de ensino superior e de escolas técnicas aumenta as vagas para os bibliotecários, já que esses estabelecimentos precisam organizar seus bancos dedados e acervos. As áreas ligadas à tecnologia à internet são o novo atrativo para o bacharel, que atua na organização de conteúdo em espaços virtuais, como intranet e bibliotecas digitais. Nesse campo, o bibliotecário encontra oportunidades em arquivos de empresas, centros de documentação públicos e privados, museus, editoras e livrarias. Os órgãos públicos abrem concursos regulares para contratar o profissional, que é requisitado para cuidar de documentações históricas. As bibliotecas do Poder Judiciário são as que mais têm buscado esse bacharel. Ele também encontra trabalho em centros culturais, oficinas de cultura e informação,salas de leitura e de lazer, galerias de arte,brinquedotecas, cinematecas, pinacotecas e videotecas.São Paulo é o estado do país que mais emprega esse tipo de profissional, mas há boas ofertas também no Rio de Janeiro e em Brasília, principalmente nas áreas de gestão e análise de informação. O setor privado tem sido promissor, especialmente na área de comunicação. A necessidade das empresas de obter e utilizar a informação como ferramenta para aumentar a competitividade possibilita ao bibliotecário trabalhar como gestor de informação e avaliador de conteúdo da intranet e da internet, uma área em destaque. Hospitais, escritórios de advocacia e ONGs também são fontes de oportunidades.
O curso
Entre as disciplinas básicas encontram-se língua portuguesa, inglês, história e literatura. Entre as específicas estão incluídas história do registro da informação, indexação e arquitetura da informação. O curso oferece, ainda, aulas de introdução à economia e à contabilidade, marketing e administração de unidades de informação.Com essas matérias, o aluno se prepara para montar sistemas de organização e de acesso aos dados. O estágio é obrigatório e exige-se, ainda, uma monografia de conclusão de curso.
Duração média: quatro anos.
O que você pode fazer
Análise da informação
Avaliar, selecionar, classificar e indexar livros, documentos, fotos, partituras musicais, fitas de vídeo e de áudio e arquivos digitais.
Gestão de serviços de informação
Planejar, organizar e administrar bibliotecas e centros de documentação. Coordenar a formação do acervo, o arquivamento dos documentos e sua conservação.
Gestão do conhecimento
Desenvolver e gerenciar mecanismos para sistematizar o conhecimento acumulado dentro de uma organização, seja ela uma empresa, uma ONG, uma escola ou uma associação, estimulando sua divulgação.
Normatização
Montar e manter bases de dados, com o emprego de normas internacionais, como o ISO (International Organization for Standardization).
Fonte: Guia do Estudante
Psicologia Jurídica
Quando se fala de psicologia jurídica, a primeira imagem que vem em nossas cabeças é do “doutor” que tenta entender uma mente criminosa, ou que atue apenas junto aos presos, porém a psicologia jurídica vai além disso. Ela é a área da psicologia que está em correlação com Direito, tanto nas questões teóricas como práticas.
No Brasil, o termo Psicologia Jurídica é o mais adotado. Entretanto há profissionais que preferem a denominação Psicologia Forense. Porém o termo forense nos leva a idéia de fórum, tribunal, já a palavra “jurídico” da um sentindo mais amplo e abarca os conhecimentos do Direito. Assim, a palavra “jurídica” torna-se mais abrangente por referir-se aos procedimentos ocorridos nos tribunais, como também àqueles que são fruto da decisão judicial ou ainda àqueles que são de interesse do jurídico ou do Direito.
No principio o psicólogo jurídico apenas servia para formular laudos baseado em diagnostico e testes psicológicos, para ajudar a instituição judiciária a tomar uma decisão. Porém no decorrer do tempo, se viu uma necessidade de mudar este modelo de atuação, dessa forma se buscou novas formas de intervenção, visando o bem estar do individuo, bem como a preservação da sua cidadania.
O objeto de estudo da psicologia jurídica, assim como toda a psicologia, são os comportamentos que ocorrem ou que possam vir a ocorrer, porém não é todo e qualquer tipo de comportamento. Ela atua apenas nos casos onde se faz necessário um inter-relação entre o Direito e a Psicologia, como no caso de adoções, violência doméstica, novas maneiras de atuar em instituições penitenciarias, entre outros.
A Psicologia Jurídica tem que ver tudo de um ponto de vista jurídico? Não, muito pelo contrário, ela tem que transcender tal visão e observar o problema por um ponto de vista psicológico. Não se pode haver uma estagnação neste tipo de relação. Deve repensar se é possível responder, sob o ponto de vista psicológico, a todas as perguntas que lhe são lançadas. Nesses termos, a questão a ser considerada diz respeito à correspondência entre prática submetida e conhecimento submetido. Um se traduz no outro.
Segundo França (2004), a outra forma de relação entre Psicologia Jurídica e Direito, é a complementaridade. A Psicologia Jurídica como ciência autônoma, produz conhecimento que se relaciona com o conhecimento produzido pelo Direito, incorrendo numa interseção. Portanto há um diálogo, uma interação, bem como haverá diálogo com outros saberes como da Sociologia, Criminologia, entre outros.
Os trabalhos de autores brasileiros apresentados no III Congresso Ibero-americano de Psicologia Jurídica enquadram-se nos seguintes setores de atuação:
I – Setores mais tradicionais da Psicologia Jurídica. A cada setor, seguem os temas dos trabalhos apresentados.
Psicologia Criminal
Psicologia Penitenciária ou Carcerária
Psicologia Jurídica e as questões da infância e juventude
Psicologia Jurídica: investigação, formação e ética
Psicologia Jurídica e Direito de Família
Psicologia do Testemunho
Psicologia Jurídica e Direito Civil
Psicologia Policial/Militar
II – Setores mais recentes da Psicologia Jurídica e seus temas:
Mediação
Psicologia Jurídica e Ministério Público
Psicologia Jurídica e Direitos Humanos
Psicologia Jurídica e Magistrados
Proteção a testemunhas
Vitimologia
No Brasil, o termo Psicologia Jurídica é o mais adotado. Entretanto há profissionais que preferem a denominação Psicologia Forense. Porém o termo forense nos leva a idéia de fórum, tribunal, já a palavra “jurídico” da um sentindo mais amplo e abarca os conhecimentos do Direito. Assim, a palavra “jurídica” torna-se mais abrangente por referir-se aos procedimentos ocorridos nos tribunais, como também àqueles que são fruto da decisão judicial ou ainda àqueles que são de interesse do jurídico ou do Direito.
No principio o psicólogo jurídico apenas servia para formular laudos baseado em diagnostico e testes psicológicos, para ajudar a instituição judiciária a tomar uma decisão. Porém no decorrer do tempo, se viu uma necessidade de mudar este modelo de atuação, dessa forma se buscou novas formas de intervenção, visando o bem estar do individuo, bem como a preservação da sua cidadania.
O objeto de estudo da psicologia jurídica, assim como toda a psicologia, são os comportamentos que ocorrem ou que possam vir a ocorrer, porém não é todo e qualquer tipo de comportamento. Ela atua apenas nos casos onde se faz necessário um inter-relação entre o Direito e a Psicologia, como no caso de adoções, violência doméstica, novas maneiras de atuar em instituições penitenciarias, entre outros.
A Psicologia Jurídica tem que ver tudo de um ponto de vista jurídico? Não, muito pelo contrário, ela tem que transcender tal visão e observar o problema por um ponto de vista psicológico. Não se pode haver uma estagnação neste tipo de relação. Deve repensar se é possível responder, sob o ponto de vista psicológico, a todas as perguntas que lhe são lançadas. Nesses termos, a questão a ser considerada diz respeito à correspondência entre prática submetida e conhecimento submetido. Um se traduz no outro.
Segundo França (2004), a outra forma de relação entre Psicologia Jurídica e Direito, é a complementaridade. A Psicologia Jurídica como ciência autônoma, produz conhecimento que se relaciona com o conhecimento produzido pelo Direito, incorrendo numa interseção. Portanto há um diálogo, uma interação, bem como haverá diálogo com outros saberes como da Sociologia, Criminologia, entre outros.
Os trabalhos de autores brasileiros apresentados no III Congresso Ibero-americano de Psicologia Jurídica enquadram-se nos seguintes setores de atuação:
I – Setores mais tradicionais da Psicologia Jurídica. A cada setor, seguem os temas dos trabalhos apresentados.
Psicologia Criminal
Psicologia Penitenciária ou Carcerária
Psicologia Jurídica e as questões da infância e juventude
Psicologia Jurídica: investigação, formação e ética
Psicologia Jurídica e Direito de Família
Psicologia do Testemunho
Psicologia Jurídica e Direito Civil
Psicologia Policial/Militar
II – Setores mais recentes da Psicologia Jurídica e seus temas:
Mediação
Psicologia Jurídica e Ministério Público
Psicologia Jurídica e Direitos Humanos
Psicologia Jurídica e Magistrados
Proteção a testemunhas
Vitimologia
Informações sobre Psicologia!
O interesse pelo comportamento humano e pelos fenômenos psíquicos é fundamental para quem deseja estudar e trabalhar coma Psicologia. A atuação do psicólogo é sem prefeita de forma singular, e a razão disso é que cada paciente trará particularidades diferentes e apenas compreensíveis no contexto em que ele vive, ou seja, consideradas as condições culturais, históricas e políticas de seu entorno. "A busca pelo entendimento do comportamento individual e grupal nos mais diversos âmbitos de manifestação do homem é a atividade principal do psicólogo", resume Humberto Verona, conselheiro presidente do Conselho Federal de Psicologia. "O profissional recorre a conhecimentos teóricos e práticos para identificar e intervir em ações humanas, nas histórias de interação familiar e social", completa. O mercado de trabalho é tão amplo quanto as individualidades de cada paciente. O segmento mais conhecido é a atividade clínica de diagnóstico, prevenção e intervenção. Mas também é possível atuar em hospitais, instituições de ensino e organizações públicas e privadas as mais variadas. "A carreira de recursos humanos tem sido uma das mais promissoras. Mais alternativas estão na área hospitalar, jurídica e social, afirma Milvana Filippi Sardei, psicóloga clínica e supervisora da Associação Brasileira de Psicólogos Espíritas.
O mercado de trabalho
A área clínica (atendimento em consultório)continua sendo um desafio para o psicólogo, por causa da grande concorrência, principalmente nos grandes centros. No entanto, algumas especializações da Psicologia mantêm aquecido o mercado de trabalho para esse bacharel. No campo da Saúde, que inclui a psicologia hospitalar, muitas vagas são oferecidas pelo setor público e pelos convênios médicos. Na psicologia do trabalho, o campo de atuação está cada vez mais amplo com a presença do profissional na orientação de carreira e à frente de processos de recrutamento e seleção das empresas. Já no segmento educacional, o psicólogo é demandado por diferentes instituições, como escolas,creches e ONGs. Outra área que tem procura acentuada é a psicologia do esporte, que oferece trabalho para o bacharel que quer atuar junto a esportistas de alto desempenho. "O profissional que tiver interesse em trabalhar com políticas públicas de saúde, assistência social e educação vai encontrar oportunidades de emprego", diz Maria da Graça Marchina Gonçalves, diretora da Faculdade de Psicologia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Exemplo disso é a participação desses profissionais em equipes multidisciplinares dos Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e Centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas), ambos integrantes do Sistema Único de Assistência Social (Suas), do Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome.Ainda no setor público, os juizados de menores e os centros estaduais e municipais de atendimento ao menor infrator oferecem vagas. Agências de publicidade e empresas em geral contratam psicólogos para montar, acompanhar e tabular pesquisas com os consumidores.
O curso
Desde 2006 foram extintas as titulações de bacharel e de licenciado. Apenas os estudantes que já estão na universidade poderão optar por uma das duas. Desde então, os cursos passaram a ser oferecidos com a titulação única de formação de psicólogo, com duração de cinco anos. O curso aborda as diversas correntes da psicologia. Há disciplinas obrigatórias, como neurologia e antropologia, e optativas, como psicologia do excepcional e problemas de aprendizagem. As novas diretrizes também passam a valorizar mais as disciplinas de pesquisa e o estágio (obrigatório) em várias áreas. Para exercer a profissão é necessário registrar-se no Conselho Regional de Psicologia.
O que você pode fazer
Psicologia clínica
Atender pessoas que sofram de problemas emocionais. Essas intervenções podem ser individuais, em grupos, sociais ou institucionais. Comportamento do consumidor
Estudar o comportamento de determinado grupo de consumidores, para orientar o marketing de empresas privadas e agências de publicidade.
Orientação profissional
Orientar estudantes na escolha do curso e da profissão a seguir.
Psicologia esportiva
Orientar atletas e prepará-los emocionalmente para atividades esportivas e competições. Maximizar o seu rendimento e otimizar a performance. Promover a harmonia entre os membros de equipes e times.
Psicologia educacional
Ajudar pais, professores e alunos a solucionar problemas de aprendizagem. Colaborar na elaboração de programas educacionais em creches e escolas.
Psicologia da saúde
Ao lado de médicos e assistentes sociais, colaborar na assistência à saúde, fortalecendo pacientes e familiares para a recuperação da saúde física e mental.
Psicologia jurídica
Acompanhar processos de adoção, violência contra menores e guarda de filhos. Atuar em presídios, fazendo a avaliação psicológica de detentos.
Psicologia organizacional e do trabalho
Selecionar funcionários para empresas. Treinar e formar pessoal especialista em recursos humanos. Promover relações sociais saudáveis entre os trabalhadores. Orientar carreiras e colaborar em programas de reestruturação do trabalho.
Psicologia social ]
Atuar em penitenciárias, asilos e centros de atendimento a crianças e adolescentes. Elaborar programas e pesquisas sobre a saúde mental da população.
Psicologia do trânsito
Tratar problemas relacionados ao trânsito, realizar avaliação psicológica em condutores e futuros motoristas e desenvolver ações socioeducativas com pedestres e condutores infratores, entre outros.
Psicomotricidade
Utilizar-se de recursos para o desenvolvimento, prevenção e reabilitação do ser humano, nas áreas de educação, reeducação e terapia psicomotora. Participar de planejamento, implementação e avaliação de atividades clínicas e elaborar parecer psicomotor em clínicas de reabilitação e nos serviços de assistência escolar, hospitalar, esportiva, clínica, etc.
Neuropsicologia
Atua no diagnóstico, no acompanhamento, no tratamento e na pesquisa da cognição, das emoções, da personalidade e do comportamento sob o enfoque da relação entre esses aspectos e o funcionamento cerebral.
Fonte: Guia do Estudante
O mercado de trabalho
A área clínica (atendimento em consultório)continua sendo um desafio para o psicólogo, por causa da grande concorrência, principalmente nos grandes centros. No entanto, algumas especializações da Psicologia mantêm aquecido o mercado de trabalho para esse bacharel. No campo da Saúde, que inclui a psicologia hospitalar, muitas vagas são oferecidas pelo setor público e pelos convênios médicos. Na psicologia do trabalho, o campo de atuação está cada vez mais amplo com a presença do profissional na orientação de carreira e à frente de processos de recrutamento e seleção das empresas. Já no segmento educacional, o psicólogo é demandado por diferentes instituições, como escolas,creches e ONGs. Outra área que tem procura acentuada é a psicologia do esporte, que oferece trabalho para o bacharel que quer atuar junto a esportistas de alto desempenho. "O profissional que tiver interesse em trabalhar com políticas públicas de saúde, assistência social e educação vai encontrar oportunidades de emprego", diz Maria da Graça Marchina Gonçalves, diretora da Faculdade de Psicologia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Exemplo disso é a participação desses profissionais em equipes multidisciplinares dos Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e Centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas), ambos integrantes do Sistema Único de Assistência Social (Suas), do Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome.Ainda no setor público, os juizados de menores e os centros estaduais e municipais de atendimento ao menor infrator oferecem vagas. Agências de publicidade e empresas em geral contratam psicólogos para montar, acompanhar e tabular pesquisas com os consumidores.
O curso
Desde 2006 foram extintas as titulações de bacharel e de licenciado. Apenas os estudantes que já estão na universidade poderão optar por uma das duas. Desde então, os cursos passaram a ser oferecidos com a titulação única de formação de psicólogo, com duração de cinco anos. O curso aborda as diversas correntes da psicologia. Há disciplinas obrigatórias, como neurologia e antropologia, e optativas, como psicologia do excepcional e problemas de aprendizagem. As novas diretrizes também passam a valorizar mais as disciplinas de pesquisa e o estágio (obrigatório) em várias áreas. Para exercer a profissão é necessário registrar-se no Conselho Regional de Psicologia.
O que você pode fazer
Psicologia clínica
Atender pessoas que sofram de problemas emocionais. Essas intervenções podem ser individuais, em grupos, sociais ou institucionais. Comportamento do consumidor
Estudar o comportamento de determinado grupo de consumidores, para orientar o marketing de empresas privadas e agências de publicidade.
Orientação profissional
Orientar estudantes na escolha do curso e da profissão a seguir.
Psicologia esportiva
Orientar atletas e prepará-los emocionalmente para atividades esportivas e competições. Maximizar o seu rendimento e otimizar a performance. Promover a harmonia entre os membros de equipes e times.
Psicologia educacional
Ajudar pais, professores e alunos a solucionar problemas de aprendizagem. Colaborar na elaboração de programas educacionais em creches e escolas.
Psicologia da saúde
Ao lado de médicos e assistentes sociais, colaborar na assistência à saúde, fortalecendo pacientes e familiares para a recuperação da saúde física e mental.
Psicologia jurídica
Acompanhar processos de adoção, violência contra menores e guarda de filhos. Atuar em presídios, fazendo a avaliação psicológica de detentos.
Psicologia organizacional e do trabalho
Selecionar funcionários para empresas. Treinar e formar pessoal especialista em recursos humanos. Promover relações sociais saudáveis entre os trabalhadores. Orientar carreiras e colaborar em programas de reestruturação do trabalho.
Psicologia social ]
Atuar em penitenciárias, asilos e centros de atendimento a crianças e adolescentes. Elaborar programas e pesquisas sobre a saúde mental da população.
Psicologia do trânsito
Tratar problemas relacionados ao trânsito, realizar avaliação psicológica em condutores e futuros motoristas e desenvolver ações socioeducativas com pedestres e condutores infratores, entre outros.
Psicomotricidade
Utilizar-se de recursos para o desenvolvimento, prevenção e reabilitação do ser humano, nas áreas de educação, reeducação e terapia psicomotora. Participar de planejamento, implementação e avaliação de atividades clínicas e elaborar parecer psicomotor em clínicas de reabilitação e nos serviços de assistência escolar, hospitalar, esportiva, clínica, etc.
Neuropsicologia
Atua no diagnóstico, no acompanhamento, no tratamento e na pesquisa da cognição, das emoções, da personalidade e do comportamento sob o enfoque da relação entre esses aspectos e o funcionamento cerebral.
Fonte: Guia do Estudante
terça-feira, 27 de julho de 2010
Informações Engenharia Elétrica
Levar energia elétrica a 15 milhões de brasileiros privados dessa comodidade é meta a ser cumprida até o fim de 2010. Desde 2003, quando o programa Luz para Todos foi implantado pelo Ministério de Minas e Energia, mais de 9 milhões de brasileiros passaram a ter acesso à eletricidade.O principal objetivo do programa é iluminar áreas rurais de norte a sul do país, e os engenheiros eletricistas são profissionais diretamente implicados nesse processo. "Esse profissional ajuda na construção da infraestrutura necessária ao desenvolvimento do Brasil", afirma Paulo Ricardo Bombassaro, gerente do Departamento de Engenharia e Planejamento da Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL Energia).
O engenheiro eletricista está presente em todos os aspectos que envolvem a energia, desde a geração, a transmissão, o transporte e a distribuição até o uso nas residências e no comércio. Além disso, planeja, supervisiona e executa projetos nas áreas de eletrotécnica, relacionadas à potência da energia. Dependendo de sua especialização, esse profissional pode se dedicar a outros mercados, ampliando as chances de contratação. Em Eletrônica, ele estará habilitado a construir e a aplicar sistemas de automação e controle em linhas de produção industrial, no desenvolvimento decomponentes eletroeletrônicos, na operação e manutenção de equipamentos em hospitais eclínicas e em projetos de instalações elétricas em indústrias, comércios e residências. Além das concessionárias de energia, o graduado encontra emprego em empresas de telecomunicações (desde fábricas de celulares até operadores de sistemas de comunicação), indústrias de equipamentos, automação, fábricas de motores e geradores, consultorias ou em empresas prestadoras de serviços em computação.
O mercado de trabalho
Apesar da crise econômica mundial, iniciada em 2008, quem procura emprego na área não encontra dificuldade. "Há espaço no país para atuação do engenheiro elétrico. Prova disso é que os alunos da última turma formada aqui tiveram certa facilidade para se colocar profissionalmente", afirma José Antenor Pomilio, coordenador do curso de Engenharia Elétrica da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em São Paulo. Além das tradicionais áreas de transmissão e distribuição de energia elétrica, com demanda em todo o Brasil, há procura pelo especialista por parte de centros de pesquisa e desenvolvimento de empresas e indústrias. Muitas companhias multinacionais, como a Freescale Semicondutores, recém-instalada em Campinas, contratam engenheiros elétricos para desenvolver e testar novos produtos, além de participar de processos de gestão internos. Outros dois campos em ascensão são o de telecomunicações e o de tecnologia da informação,aquecidos em razão da chegada da TV digital ao país e do uso das redes elétricas para a transmissão de dados. A maioria das vagas encontra-se nas regiões Sudeste e Sul, que contam com pólos industriais bastante desenvolvidos. Mas o Norte e o Nordeste, carentes de mão de obra especializada, também demandam profissionais.
O curso
Prepare-se para enfrentar muito cálculo. O currículo começa com disciplinas básicas, como matemática, física e informática. As contas acompanham o aluno também nas aulas de economia e administração. A parte mais interessante fica por conta das aulas práticas e dos experimentos em laboratório, que costumam aparecer desde o início da graduação. A formação profissionalizante tem início no terceiro ano, com aulas de projetos de sistemas elétricos, materiais elétricos, sistemas digitais e eletromagnetismo, entre outras. O estágio é obrigatório e, geralmente, feito a partir do quarto ano.
Duração média: cinco anos.
O que você pode fazer
Automação
Projetar equipamentos eletrônicos destinados à automação de linhas de produção industrial.
Eletrônica
Desenvolver circuitos eletrônicos para aquisição de dados (por exemplo, áudio, temperatura, umidade, pressão), transmissão de dados por rádiofreqüência, entre outros.
Eletrotécnica (potência e energia)
Planejar e operar sistemas elétricos, desde a geração até a transmissão e a distribuição de energia. Projetar e construir usinas, estações, subestações, redes de geração de energia e também máquinas elétricas. Ampliar e dar manutenção a redes de alta tensão.
Engenharia biomédica
Especificar e gerenciar a utilização de equipamentos médico-assistenciais em hospitais, clínicas e laboratórios. Projetar, construir e fazer a manutenção de equipamentos.
Instrumentação
Projetar e desenvolver equipamentos para realização de medidas, registro de dados e atuadores.
Microeletrônica
Projetar, fabricar e testar circuitos integrados (chips) para sistemas de computação, telecomunicações e de entretenimento, entre outros.
Telecomunicações
Desenvolver serviços de expansão de telefonia e de transmissão de dados por imagem e som. Projetar e construir equipamentos para telefonia e comunicação em geral e de processamento digital de sinais.
No Site acessa.com possui entrevistas com estudantes de Engenharia Elétrica e um profissional, todos formandos e formado pela Universidade Federal de Juiz de Fora. Seguem as entrevistas:
O JF Service conversou com dois alunos do 6º período de engenharia elétrica, Marlos Jorge de S. Guedes e Marco Aurélio de Almeida Castro. Um lembrete: a primeira coisa que eles disseram é que não existe um “engenheiro elétrico”, afinal não é possível ligá-los na tomada!!! O certo é engenheiro eletricista. Marlos e Marco dão mais algumas dicas para quem quer “entrar” no curso:
JF Service: O que vocês acharam da prova do vestibular?
Marlos: O que pega é a redação.
Marco: Na verdade, todo mundo já tem que entrar sabendo matemática e física. Tem que gostar muito de exatas.
JF Service: O que é mais difícil no curso?
Marlos: Física.
Marco: Cálculo é novidade, por isso parece difícil. Entram 30 e só nós dois ainda não tomamos pau (eles estão no 6º período).
Marlos: Tem que estudar muito, mas passa. Apenas 10% formam em cinco anos.
JF Service: É fácil conseguir estágio?
Marco: Tem muito estágio aqui, tem o CRITT (Centro Regional de Transferência de Tecnologia), tem o PET, mas o aluno tem que manter nota boa.
Marlos: A média do IRA (Índice de Rendimento Acadêmico, uma média das notas de todas as disciplinas já cursadas pelo aluno) é baixa, gira entre 60 e 70. Nós somos uma exceção. (o IRA deles é mais de 80%).
Marco: E além disso, a CAPES quer terminar com o PET, ou fundi-lo com outra coisa.
JF Service: Qual a qualidade fundamental para um bom estudante de engenharia elétrica?
Marco: Tem que gostar de matemática e física. E procurar não tomar pau no início do curso.
Marlos: Tem que gostar para conseguir ir até o fim.
JF Service: Quais as áreas mais promissoras na profissão?
Marlos: As áreas são muitas, é difícil escolher: vai de eletrônica à potência. Cada um gosta de uma coisa. Mas é importante dizer que os primeiros períodos são a base, são teoria e você não vê a aplicação disto. Mais tarde, com a parte prática, fica mais fácil do aluno se decidir entre a melhor área.
Marco: Sacar de informática já é um grande passo, tanto para quem entra, como para quem sai. É um mercado que aumenta a cada dia.
Engenheiro eletricista:
agente de desenvolvimento e progresso
José Geraldo Neto de Faria se formou em engenharia elétrica pela UFJF (em 1975). Depois de ter passado por várias áreas da profissão, hoje ele é gerente administrativo e apoio técnico da Companhia Paraibuna de Energia. José Geraldo participou recentemente da construção da Usina Hidroelétrica de Sobragi, localizada no rio Paraibuna, entre os municípios de Belmiro Braga (MG) e Simão Pereira (MG), cidades próximas a Juiz de Fora. A usina pertence a Companhia Paraibuna de Metais.
Ele nos atendeu para a entrevista em seu escritório da Agência de Desenvolvimento de Juiz de Fora e Região, na qual assumiu o cargo de coordenador executivo no dia 8 de junho deste ano. Realista, mas muitas vezes romântico com a profissão, ele faz questão de citar de cor o objetivo a que se propõe a agência: “Sua missão é promover sinergias entre instituições públicas, entidades de classe e empresas, visando através de iniciativas e projetos alcançar o desenvolvimento sustentado de Juiz de Fora e região.” José Geraldo afirmou que acredita na profissão que escolheu.
JF Service: Como o senhor escolheu a profissão de engenheiro eletricista?
José Geraldo: Antes de tudo, por gostar de matemática, eu sempre imaginava estudar engenharia. Estas coisas nascem com a gente. Eu passei pelo curso técnico de eletrotécnica, o que também ajudou a definir o meu interesse pela profissão.
JF Service: Durante quantos anos, o senhor estudou engenharia elétrica?
José Geraldo: Estudei cinco anos de graduação. Especializei-me durante um ano na Espanha, na empresa denominada Asturiana de Zinco, na área de operação e manutenção em sistemas elétricos em planta industrial de produção de zinco eletrolítico (em outras palavras, entender como operar e fazer manutenção nos equipamentos elétricos numa grande empresa.). Também participei de diversos cursos e seminários na área de estudos energéticos. Em 1993, participei do Congresso Mundial de Energia, realizado nos EUA, na cidade de Atlanta. Fiz diversas visitas técnicas na Espanha, Canadá, Estados Unidos e Brasil. Em qualquer profissão, você deve sempre se atualizar, inclusive na engenharia elétrica.
JF Service: Como é o dia-a-dia do engenheiro elétrico?
José Geraldo: Depende da fase profissional em que ele se encontra. Eu já passei por vários estágios. O dia-a-dia de quem dá manutenção numa área ligada a produção de uma siderúrgica, por exemplo, é de muita responsabilidade e preocupação, mas você aprende muito. Outra área da engenharia, a de desenvolvimento e instalação de novos equipamentos elétricos para produção, é bem diferente. Requer muito estudo e tem que ter conhecimento para desenvolver o projeto. Mas é menos estressante que a anterior.
JF Service: Qual a qualidade fundamental para o bom engenheiro eletricista?
José Geraldo: Bom senso, ser estudioso, responsável, interessado em fazer bem feito e com entusiasmo o que faz, com qualidade, usando sempre na resolução de problemas a experiência profissional adquirida. Gostar de exatas também é fundamental.
JF Service: Quais as recompensas da profissão?
José Geraldo: Ter a oportunidade de ver acontecer na prática estudos e projetos realizados nos escritórios e acompanhar as transformações que ocorrem na natureza como, por exemplo, na construção de uma usina hidroelétrica. Outra recompensa é proporcionar o crescimento do ser humano como agente de desenvolvimento e progresso.
Fontes: Guia do Estudante e Site Acessa.com
O engenheiro eletricista está presente em todos os aspectos que envolvem a energia, desde a geração, a transmissão, o transporte e a distribuição até o uso nas residências e no comércio. Além disso, planeja, supervisiona e executa projetos nas áreas de eletrotécnica, relacionadas à potência da energia. Dependendo de sua especialização, esse profissional pode se dedicar a outros mercados, ampliando as chances de contratação. Em Eletrônica, ele estará habilitado a construir e a aplicar sistemas de automação e controle em linhas de produção industrial, no desenvolvimento decomponentes eletroeletrônicos, na operação e manutenção de equipamentos em hospitais eclínicas e em projetos de instalações elétricas em indústrias, comércios e residências. Além das concessionárias de energia, o graduado encontra emprego em empresas de telecomunicações (desde fábricas de celulares até operadores de sistemas de comunicação), indústrias de equipamentos, automação, fábricas de motores e geradores, consultorias ou em empresas prestadoras de serviços em computação.
O mercado de trabalho
Apesar da crise econômica mundial, iniciada em 2008, quem procura emprego na área não encontra dificuldade. "Há espaço no país para atuação do engenheiro elétrico. Prova disso é que os alunos da última turma formada aqui tiveram certa facilidade para se colocar profissionalmente", afirma José Antenor Pomilio, coordenador do curso de Engenharia Elétrica da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em São Paulo. Além das tradicionais áreas de transmissão e distribuição de energia elétrica, com demanda em todo o Brasil, há procura pelo especialista por parte de centros de pesquisa e desenvolvimento de empresas e indústrias. Muitas companhias multinacionais, como a Freescale Semicondutores, recém-instalada em Campinas, contratam engenheiros elétricos para desenvolver e testar novos produtos, além de participar de processos de gestão internos. Outros dois campos em ascensão são o de telecomunicações e o de tecnologia da informação,aquecidos em razão da chegada da TV digital ao país e do uso das redes elétricas para a transmissão de dados. A maioria das vagas encontra-se nas regiões Sudeste e Sul, que contam com pólos industriais bastante desenvolvidos. Mas o Norte e o Nordeste, carentes de mão de obra especializada, também demandam profissionais.
O curso
Prepare-se para enfrentar muito cálculo. O currículo começa com disciplinas básicas, como matemática, física e informática. As contas acompanham o aluno também nas aulas de economia e administração. A parte mais interessante fica por conta das aulas práticas e dos experimentos em laboratório, que costumam aparecer desde o início da graduação. A formação profissionalizante tem início no terceiro ano, com aulas de projetos de sistemas elétricos, materiais elétricos, sistemas digitais e eletromagnetismo, entre outras. O estágio é obrigatório e, geralmente, feito a partir do quarto ano.
Duração média: cinco anos.
O que você pode fazer
Automação
Projetar equipamentos eletrônicos destinados à automação de linhas de produção industrial.
Eletrônica
Desenvolver circuitos eletrônicos para aquisição de dados (por exemplo, áudio, temperatura, umidade, pressão), transmissão de dados por rádiofreqüência, entre outros.
Eletrotécnica (potência e energia)
Planejar e operar sistemas elétricos, desde a geração até a transmissão e a distribuição de energia. Projetar e construir usinas, estações, subestações, redes de geração de energia e também máquinas elétricas. Ampliar e dar manutenção a redes de alta tensão.
Engenharia biomédica
Especificar e gerenciar a utilização de equipamentos médico-assistenciais em hospitais, clínicas e laboratórios. Projetar, construir e fazer a manutenção de equipamentos.
Instrumentação
Projetar e desenvolver equipamentos para realização de medidas, registro de dados e atuadores.
Microeletrônica
Projetar, fabricar e testar circuitos integrados (chips) para sistemas de computação, telecomunicações e de entretenimento, entre outros.
Telecomunicações
Desenvolver serviços de expansão de telefonia e de transmissão de dados por imagem e som. Projetar e construir equipamentos para telefonia e comunicação em geral e de processamento digital de sinais.
No Site acessa.com possui entrevistas com estudantes de Engenharia Elétrica e um profissional, todos formandos e formado pela Universidade Federal de Juiz de Fora. Seguem as entrevistas:
O JF Service conversou com dois alunos do 6º período de engenharia elétrica, Marlos Jorge de S. Guedes e Marco Aurélio de Almeida Castro. Um lembrete: a primeira coisa que eles disseram é que não existe um “engenheiro elétrico”, afinal não é possível ligá-los na tomada!!! O certo é engenheiro eletricista. Marlos e Marco dão mais algumas dicas para quem quer “entrar” no curso:
JF Service: O que vocês acharam da prova do vestibular?
Marlos: O que pega é a redação.
Marco: Na verdade, todo mundo já tem que entrar sabendo matemática e física. Tem que gostar muito de exatas.
JF Service: O que é mais difícil no curso?
Marlos: Física.
Marco: Cálculo é novidade, por isso parece difícil. Entram 30 e só nós dois ainda não tomamos pau (eles estão no 6º período).
Marlos: Tem que estudar muito, mas passa. Apenas 10% formam em cinco anos.
JF Service: É fácil conseguir estágio?
Marco: Tem muito estágio aqui, tem o CRITT (Centro Regional de Transferência de Tecnologia), tem o PET, mas o aluno tem que manter nota boa.
Marlos: A média do IRA (Índice de Rendimento Acadêmico, uma média das notas de todas as disciplinas já cursadas pelo aluno) é baixa, gira entre 60 e 70. Nós somos uma exceção. (o IRA deles é mais de 80%).
Marco: E além disso, a CAPES quer terminar com o PET, ou fundi-lo com outra coisa.
JF Service: Qual a qualidade fundamental para um bom estudante de engenharia elétrica?
Marco: Tem que gostar de matemática e física. E procurar não tomar pau no início do curso.
Marlos: Tem que gostar para conseguir ir até o fim.
JF Service: Quais as áreas mais promissoras na profissão?
Marlos: As áreas são muitas, é difícil escolher: vai de eletrônica à potência. Cada um gosta de uma coisa. Mas é importante dizer que os primeiros períodos são a base, são teoria e você não vê a aplicação disto. Mais tarde, com a parte prática, fica mais fácil do aluno se decidir entre a melhor área.
Marco: Sacar de informática já é um grande passo, tanto para quem entra, como para quem sai. É um mercado que aumenta a cada dia.
Engenheiro eletricista:
agente de desenvolvimento e progresso
José Geraldo Neto de Faria se formou em engenharia elétrica pela UFJF (em 1975). Depois de ter passado por várias áreas da profissão, hoje ele é gerente administrativo e apoio técnico da Companhia Paraibuna de Energia. José Geraldo participou recentemente da construção da Usina Hidroelétrica de Sobragi, localizada no rio Paraibuna, entre os municípios de Belmiro Braga (MG) e Simão Pereira (MG), cidades próximas a Juiz de Fora. A usina pertence a Companhia Paraibuna de Metais.
Ele nos atendeu para a entrevista em seu escritório da Agência de Desenvolvimento de Juiz de Fora e Região, na qual assumiu o cargo de coordenador executivo no dia 8 de junho deste ano. Realista, mas muitas vezes romântico com a profissão, ele faz questão de citar de cor o objetivo a que se propõe a agência: “Sua missão é promover sinergias entre instituições públicas, entidades de classe e empresas, visando através de iniciativas e projetos alcançar o desenvolvimento sustentado de Juiz de Fora e região.” José Geraldo afirmou que acredita na profissão que escolheu.
JF Service: Como o senhor escolheu a profissão de engenheiro eletricista?
José Geraldo: Antes de tudo, por gostar de matemática, eu sempre imaginava estudar engenharia. Estas coisas nascem com a gente. Eu passei pelo curso técnico de eletrotécnica, o que também ajudou a definir o meu interesse pela profissão.
JF Service: Durante quantos anos, o senhor estudou engenharia elétrica?
José Geraldo: Estudei cinco anos de graduação. Especializei-me durante um ano na Espanha, na empresa denominada Asturiana de Zinco, na área de operação e manutenção em sistemas elétricos em planta industrial de produção de zinco eletrolítico (em outras palavras, entender como operar e fazer manutenção nos equipamentos elétricos numa grande empresa.). Também participei de diversos cursos e seminários na área de estudos energéticos. Em 1993, participei do Congresso Mundial de Energia, realizado nos EUA, na cidade de Atlanta. Fiz diversas visitas técnicas na Espanha, Canadá, Estados Unidos e Brasil. Em qualquer profissão, você deve sempre se atualizar, inclusive na engenharia elétrica.
JF Service: Como é o dia-a-dia do engenheiro elétrico?
José Geraldo: Depende da fase profissional em que ele se encontra. Eu já passei por vários estágios. O dia-a-dia de quem dá manutenção numa área ligada a produção de uma siderúrgica, por exemplo, é de muita responsabilidade e preocupação, mas você aprende muito. Outra área da engenharia, a de desenvolvimento e instalação de novos equipamentos elétricos para produção, é bem diferente. Requer muito estudo e tem que ter conhecimento para desenvolver o projeto. Mas é menos estressante que a anterior.
JF Service: Qual a qualidade fundamental para o bom engenheiro eletricista?
José Geraldo: Bom senso, ser estudioso, responsável, interessado em fazer bem feito e com entusiasmo o que faz, com qualidade, usando sempre na resolução de problemas a experiência profissional adquirida. Gostar de exatas também é fundamental.
JF Service: Quais as recompensas da profissão?
José Geraldo: Ter a oportunidade de ver acontecer na prática estudos e projetos realizados nos escritórios e acompanhar as transformações que ocorrem na natureza como, por exemplo, na construção de uma usina hidroelétrica. Outra recompensa é proporcionar o crescimento do ser humano como agente de desenvolvimento e progresso.
Fontes: Guia do Estudante e Site Acessa.com
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Informações sobre Jornalismo!
O que aconteceu, quem está por trás do fato,quando ocorreu, onde, como e por quê. A resposta para cada uma dessas perguntas está estampa danos jornais, revistas, sites e até mesmo nas matérias que aparecem na televisão e no rádio. Desvendar fatos é o trabalho do jornalista, que sai às ruas diariamente atrás de histórias que são do interesse da sociedade. "O jornalista é o profissional que tem acesso a fontes de informação e as repassa a seus leitores, ouvintes e telespectadores", define Mauro Tagliaferri, correspondente da Record em Lisboa, Portugal. O jornalista é o profissional da notícia: ele descobre o fato, checa sua veracidade, escreve e edita reportagens e entrevistas, adaptando o tamanho, a abordagem e a linguagem dos textos ao veículo e ao público a que se destinam. Senso crítico, curiosidade e criatividade são essenciais na profissão. Um exemplo de sucesso resultante da conjugação dessas três características é o trabalho da jornalista Lina Cavalcante, que viu seu blog ser transformado em um quadro para um programa de televisão. "Quando mudei para Fortaleza, trabalhava a uns cinco quarteirões de casa e passava por um importante centro comercial. Como sempre gostei de moda, resolvi montar um blog com as peças que descobria nesse caminho. O que era uma coisa pequena se transformou em um projeto que deu certo." Assim como Lina, todo jornalista precisa desenvolver o faro para identificar o que é notícia e ter iniciativa para cavar o seu lugar no mercado. Mauro Tagliaferri deixa a dica: "Além de jornais, revistas e assessorias de imprensa, eu apostaria nas novas tecnologias, como a TV e o rádio digitais e a produção de conteúdo para internet e celular."
O mercado de trabalho
A comunicação corporativa ou empresarial é uma área promissora para os recém-formados, pois ela oferece mais oportunidades de trabalho do que as redações de revistas, jornais e agências de notícias. Uma pesquisa com mil grandes empresas nacionais e estrangeiras, encomendada pela Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje), em 2008, revelou que cerca de 65% das companhais entrevistadas pretendem aumentar os investimentos em comunicação nos próximos anos, o que deve ampliar a procura por profissionais formados em Jornalismo.Segundo Ângela Schaun, coordenadora de Extensão do Centro de Comunicação e Letras da Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo, as mídias digitais são outra área relevante para o graduado em Jornalismo. "Esse mercado está em expansão, já que proliferam a versão on-line das revistas segmentadas, as páginas das empresas na internet, os sites independentes e os blogs", diz ela. O profissional que optar por uma área específica do Jornalismo, como moda, ciência, saúde, meio ambiente e tecnologia, por exemplo, encontra espaço para atuar como redator setorizado, seja em mídia digital, seja na impressa. Os maiores empregadores continuam em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília, mas cresce o número de oportunidades em cidades do interior, sobretudo da Região Sudeste.
Qual a formação necessária para ser um jornalista?
Para se exercer a profissão de jornalista não é preciso ter diploma de curso superior, embora existam cursos de comunicação social com ênfase em jornalismo, que ensinam técnicas e métodos de trabalho interessantes. O curso tem duração de quatro anos, com estágio nem sempre obrigatório. Para o sucesso na carreira é necessário um alto interesse por temas atuais e uma cultura geral ampla. Conhecimentos específicos de outras áreas como economia, esportes e história enriquecem muito o currículo. O domínio absoluto da língua portuguesa é imprescindível para garantir um bom futuro na carreira. O mercado vem exigindo cada vez mais capacitação profissional, como o domínio de pelo menos uma língua estrangeira. A preferência tem sido dada a quem investe em cursos de reciclagem ou pós-graduação.
O curso
As disciplinas básicas são língua portuguesa, economia, teoria da comunicação, filosofia, história da arte e sociologia. Matérias específicas também compõem o currículo, como jornalismo interpretativo e informativo, técnicas de redação e edição de texto, novas tecnologias de comunicação e design gráfico. Há aulas práticas de fotojornalismo, jornalismo impresso e on-line, rádio e TV. Em algumas escolas, o curso é oferecido como habilitação do curso de Comunicação Social. Os alunos precisam apresentar um trabalho de conclusão de curso para receber o diploma. Já o estágio, embora não seja obrigatório, é recomendável, pois pode abrir portas no mercado de trabalho.
Principais atividades de um jornalista
As atividades dos jornalistas incluem:
•pauteiro: organizar a lista de eventos a serem cobertos e que constituem a pauta do dia;
•repórter: entrevistar personalidades públicas ou cidadãos envolvidos em fatos de interesse coletivo; checar informações recebidas de suas fontes, de cidadãos ou de autoridades; investigar denúncias, com ajuda de suas fontes; examinar documentos; escrever, no caso de jornais, ou gravar, no caso de rádio e televisão, reportagens, artigos, colunas e editoriais, com base nas informações a que teve acesso;
•chefe de reportagem: chefiar as equipes de reportagem, orientando-as sobre a abordagem que cada assunto deve ter e sobre a forma de obter as informações desejadas;
•editores: avaliar reportagens, artigos e colunas que serão divulgados ao público, para verificar a qualidade dos textos, das imagens e a veracidade das informações; dar às reportagens de jornais, revistas, telejornais e programas de rádio o formato ideal para a perfeita compreensão do público;
•redator e revisor: revisar textos jornalísticos, eliminando erros de linguagem ou de informação; dar títulos às reportagens, artigos e colunas; fazer legendas para fotos ou ilustrações;
•assessor de imprensa: providenciar contatos com meios de comunicação para divulgar atividades de clientes, orientá-los sobre como proceder nas entrevistas e atender jornalistas para responder questões sobre eles.
•divulgador: promover seus clientes, geralmente artistas, junto aos jornalistas, produzindo textos informativos sobre suas atividades.
Áreas de atuação e especialidades
•Assessoria de imprensa: promove o contato entre imprensa e empresas, clientes, entidades.
•Consultoria: Presta serviços de comunicação. Auxilia entidades e empresários na busca de informações de mercado ou mídia.
•Reportagem: procura todas as informações sobre um determinado assunto, divulgando para todos os meios de comunicação.
•Edição: decide a abordagem de determinada matéria e quais reportagens serão veiculadas
•Pauta: orienta na escolha de assuntos que o veículo vai cobrir e designa os repórteres que para a cobertura.
Curiosidades
A invenção da imprensa, por Johannes Genfleisch Gutenberg, em 1442 na Alemanha, possibilitou a impressão de livros e jornais.O primeiro livro imprimido em prensa foi uma edição da Bíblia, em 1455. Com a evolução das técnicas foi possível a inserção de figuras e ilustrações. Em 1486, os franceses começaram a produzir almanaques e revistas, em 1529 foi lançado o que seria o precursor do jornal: folhas soltas, que continham informações e notícias.
Em 1597, ao adotar periodicidade na produção dos exemplares, os suíços introduziram essa característica ao "folhetim". Ao somar as duas especificidades (notícias e periodicidade), em 1605, na Bélgica, foi lançado o primeiro jornal, que se espalhou pela Europa.
No Brasil, em 1747 a imprensa foi proibida pelos portugueses, apenas um ano após ter sido inaugurada no Rio de Janeiro. Com a vinda da família real portuguesa para o Brasil, em 1808 criou-se aqui, a Imprensa Régia, órgão exclusivo do governo. Diante dessa forma de repressão o primeiro jornal brasileiro foi produzido em Londres.
Em 1808 Hipólito da Costa inaugurou o Correio Braziliense, periódico que criticava o governo português, que impossibilitado de proibir sua impressão, aplicava penas a quem o lesse, e determinou a criação da Gazeta do Rio de Janeiro, que divulgava notícias favoráveis ao Reino Português.
Em 1822, com a conquista da independência o Correio Brasiliense foi fechado, 175 edições depois, pelo seu fundador que é considerado o patrono da imprensa no Brasil.
Em 1934 foi fundado o primeiro sindicato dos jornalistas, em Juiz de fora (MG), porém a regulamentação da profissão veio apenas em 1938 e a exigência de diploma de curso superior foi determinada em 1969.
Fontes: Guia do Estudante, Brasil Profissões e Folha Online
O mercado de trabalho
A comunicação corporativa ou empresarial é uma área promissora para os recém-formados, pois ela oferece mais oportunidades de trabalho do que as redações de revistas, jornais e agências de notícias. Uma pesquisa com mil grandes empresas nacionais e estrangeiras, encomendada pela Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje), em 2008, revelou que cerca de 65% das companhais entrevistadas pretendem aumentar os investimentos em comunicação nos próximos anos, o que deve ampliar a procura por profissionais formados em Jornalismo.Segundo Ângela Schaun, coordenadora de Extensão do Centro de Comunicação e Letras da Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo, as mídias digitais são outra área relevante para o graduado em Jornalismo. "Esse mercado está em expansão, já que proliferam a versão on-line das revistas segmentadas, as páginas das empresas na internet, os sites independentes e os blogs", diz ela. O profissional que optar por uma área específica do Jornalismo, como moda, ciência, saúde, meio ambiente e tecnologia, por exemplo, encontra espaço para atuar como redator setorizado, seja em mídia digital, seja na impressa. Os maiores empregadores continuam em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília, mas cresce o número de oportunidades em cidades do interior, sobretudo da Região Sudeste.
Qual a formação necessária para ser um jornalista?
Para se exercer a profissão de jornalista não é preciso ter diploma de curso superior, embora existam cursos de comunicação social com ênfase em jornalismo, que ensinam técnicas e métodos de trabalho interessantes. O curso tem duração de quatro anos, com estágio nem sempre obrigatório. Para o sucesso na carreira é necessário um alto interesse por temas atuais e uma cultura geral ampla. Conhecimentos específicos de outras áreas como economia, esportes e história enriquecem muito o currículo. O domínio absoluto da língua portuguesa é imprescindível para garantir um bom futuro na carreira. O mercado vem exigindo cada vez mais capacitação profissional, como o domínio de pelo menos uma língua estrangeira. A preferência tem sido dada a quem investe em cursos de reciclagem ou pós-graduação.
O curso
As disciplinas básicas são língua portuguesa, economia, teoria da comunicação, filosofia, história da arte e sociologia. Matérias específicas também compõem o currículo, como jornalismo interpretativo e informativo, técnicas de redação e edição de texto, novas tecnologias de comunicação e design gráfico. Há aulas práticas de fotojornalismo, jornalismo impresso e on-line, rádio e TV. Em algumas escolas, o curso é oferecido como habilitação do curso de Comunicação Social. Os alunos precisam apresentar um trabalho de conclusão de curso para receber o diploma. Já o estágio, embora não seja obrigatório, é recomendável, pois pode abrir portas no mercado de trabalho.
Principais atividades de um jornalista
As atividades dos jornalistas incluem:
•pauteiro: organizar a lista de eventos a serem cobertos e que constituem a pauta do dia;
•repórter: entrevistar personalidades públicas ou cidadãos envolvidos em fatos de interesse coletivo; checar informações recebidas de suas fontes, de cidadãos ou de autoridades; investigar denúncias, com ajuda de suas fontes; examinar documentos; escrever, no caso de jornais, ou gravar, no caso de rádio e televisão, reportagens, artigos, colunas e editoriais, com base nas informações a que teve acesso;
•chefe de reportagem: chefiar as equipes de reportagem, orientando-as sobre a abordagem que cada assunto deve ter e sobre a forma de obter as informações desejadas;
•editores: avaliar reportagens, artigos e colunas que serão divulgados ao público, para verificar a qualidade dos textos, das imagens e a veracidade das informações; dar às reportagens de jornais, revistas, telejornais e programas de rádio o formato ideal para a perfeita compreensão do público;
•redator e revisor: revisar textos jornalísticos, eliminando erros de linguagem ou de informação; dar títulos às reportagens, artigos e colunas; fazer legendas para fotos ou ilustrações;
•assessor de imprensa: providenciar contatos com meios de comunicação para divulgar atividades de clientes, orientá-los sobre como proceder nas entrevistas e atender jornalistas para responder questões sobre eles.
•divulgador: promover seus clientes, geralmente artistas, junto aos jornalistas, produzindo textos informativos sobre suas atividades.
Áreas de atuação e especialidades
•Assessoria de imprensa: promove o contato entre imprensa e empresas, clientes, entidades.
•Consultoria: Presta serviços de comunicação. Auxilia entidades e empresários na busca de informações de mercado ou mídia.
•Reportagem: procura todas as informações sobre um determinado assunto, divulgando para todos os meios de comunicação.
•Edição: decide a abordagem de determinada matéria e quais reportagens serão veiculadas
•Pauta: orienta na escolha de assuntos que o veículo vai cobrir e designa os repórteres que para a cobertura.
Curiosidades
A invenção da imprensa, por Johannes Genfleisch Gutenberg, em 1442 na Alemanha, possibilitou a impressão de livros e jornais.O primeiro livro imprimido em prensa foi uma edição da Bíblia, em 1455. Com a evolução das técnicas foi possível a inserção de figuras e ilustrações. Em 1486, os franceses começaram a produzir almanaques e revistas, em 1529 foi lançado o que seria o precursor do jornal: folhas soltas, que continham informações e notícias.
Em 1597, ao adotar periodicidade na produção dos exemplares, os suíços introduziram essa característica ao "folhetim". Ao somar as duas especificidades (notícias e periodicidade), em 1605, na Bélgica, foi lançado o primeiro jornal, que se espalhou pela Europa.
No Brasil, em 1747 a imprensa foi proibida pelos portugueses, apenas um ano após ter sido inaugurada no Rio de Janeiro. Com a vinda da família real portuguesa para o Brasil, em 1808 criou-se aqui, a Imprensa Régia, órgão exclusivo do governo. Diante dessa forma de repressão o primeiro jornal brasileiro foi produzido em Londres.
Em 1808 Hipólito da Costa inaugurou o Correio Braziliense, periódico que criticava o governo português, que impossibilitado de proibir sua impressão, aplicava penas a quem o lesse, e determinou a criação da Gazeta do Rio de Janeiro, que divulgava notícias favoráveis ao Reino Português.
Em 1822, com a conquista da independência o Correio Brasiliense foi fechado, 175 edições depois, pelo seu fundador que é considerado o patrono da imprensa no Brasil.
Em 1934 foi fundado o primeiro sindicato dos jornalistas, em Juiz de fora (MG), porém a regulamentação da profissão veio apenas em 1938 e a exigência de diploma de curso superior foi determinada em 1969.
Fontes: Guia do Estudante, Brasil Profissões e Folha Online
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Entrevista com ecomonista!
Segue abaixo estrevista com economista retirado do Blog Economista.
Profissão Economista
Uma leitora do Blog O Economista (Vivian Coimbra – RS) nos solicitou algumas informações sobre a profissão do Economista:
1) O que você faz durante um típico dia de trabalho?
Um dia típico de trabalho começa com a leitura de um jornal regional e um nacional, principalmente os cadernos de economia. Com as atualizações feitas, é necessário checar os e-mails e a agenda, que podem incluir reuniões e projetos diversos. Ao longo do dia são feitas as análises, pesquisas e cálculos necessários para as demandas já solicitadas e, assim, gerando um processo contínuo de pesquisa e desenvolvimento.
2) Você gosta de seu trabalho? Por que gosta ou não gosta?
Sim. Aprecio meu trabalho pelo dinamismo e ritmo impostos pelo mercado e sociedade, já que a função de economista é essencial, mesmo que não tão perceptível aos leigos. É um trabalho que envolve pesquisa, raciocínio e muita percepção da realidade, para que as análises tenham mais profundidade e abrangência. A Economia proporciona um conhecimento amplo, permitindo uma compreensão dos movimentos dos mercados e desenvolvimento de estratégias adequadas para a melhoria de qualidade da sociedade, em qualquer âmbito.
3) Em que seu trabalho é diferente do que você esperava, ou, como pode parecer para quem está de fora?
Meu trabalho é como eu esperava, porém com funções novas. Além de lidar com os aspectos econômicos, ou seja, aquilo para o qual fomos efetivamente preparados, também precisamos aprender noções de Recursos Humanos, Tecnologia e tudo sobre as demais áreas nas quais formos trabalhar. O economista aparenta ter um trabalho burocrático, mas isso é ilusão, já que o profissional está sempre em busca de novidades e observando a realidade com profundidade.
4) O que é preciso para conseguir um trabalho e ser bem-sucedido em sua área?
Para conseguir um trabalho é necessário possuir uma formação completa, que vai além da faculdade, como cursos de línguas e até mesmo trabalhos voluntários. Além disso, desenvolver as capacidades de relacionamento com colegas e demais profissionais, ampliando sua rede de contatos. Não há receita para ser bem-sucedido, mas os que estão no topo sempre são dedicados, perseverantes e, como diferencial, não desistem na primeira barreira.
5) Quem são as pessoas influentes em sua área?
Na economia nacional podemos citar Delfim Neto (economista), Eduardo Gianetti (economista), Luiz Gonzaga Belluzzo (economista), Paulo Sandroni, dentre outros. No exterior, podemos citar o economista americano Jeffrey Sachs, Alan Greenspan e mais algumas boas referências que atuam no setor privado e público.
6) Nessa área há algo em especial que eu como iniciante possa fazer?
Sim, você pode ler e estar sempre atualizada com tudo o que acontece no mundo e na sua região. Não é necessário ler todo o jornal diariamente, mas acompanhar por meio da Internet, televisão, revistas e jornais o caminho da sociedade e estar sempre pronta para analisar a realidade ao seu redor. Caso tenha mesmo interesse, procure estágios ou trabalhos ligados ao mundo da economia, já que ele é amplo e você pode seguir muitos rumos, desde Recursos Humanos até Análises de mercado ou reestruturação de empresas. Mando abaixo área nas quais você pode atuar:
Setor público – a visão macroeconômica do mercado e a capacidade de análise de dados, estatísticas e tendências fazem do economista um profissional altamente respeitado no setor público, tanto em nível federal, como estadual e municipal.
Importação e exportação – analisa questões do mercado global e propõe alternativas rentáveis de negócios internacionais ou desenvolvimento de novos mercados.
Setor privado – o acompanhamento da conjuntura econômica do país e os movimentos dos mercados internacionais permitem ao economista o desenvolvimento de estudos setoriais.
Pesquisa - os institutos de pesquisas econômicas orientam inúmeras empresas e instituições na tomada de decisões.
Outras áreas – pode atuar no Congresso e no Poder Legislativo; na política; na defesa de mercado; no Sistema Nacional de Tributação; em organizações internacionais; como diretor, gerente, assessor, analista, entre outras funções.
Fonte: Blog Ecomonista
Profissão Economista
Uma leitora do Blog O Economista (Vivian Coimbra – RS) nos solicitou algumas informações sobre a profissão do Economista:
1) O que você faz durante um típico dia de trabalho?
Um dia típico de trabalho começa com a leitura de um jornal regional e um nacional, principalmente os cadernos de economia. Com as atualizações feitas, é necessário checar os e-mails e a agenda, que podem incluir reuniões e projetos diversos. Ao longo do dia são feitas as análises, pesquisas e cálculos necessários para as demandas já solicitadas e, assim, gerando um processo contínuo de pesquisa e desenvolvimento.
2) Você gosta de seu trabalho? Por que gosta ou não gosta?
Sim. Aprecio meu trabalho pelo dinamismo e ritmo impostos pelo mercado e sociedade, já que a função de economista é essencial, mesmo que não tão perceptível aos leigos. É um trabalho que envolve pesquisa, raciocínio e muita percepção da realidade, para que as análises tenham mais profundidade e abrangência. A Economia proporciona um conhecimento amplo, permitindo uma compreensão dos movimentos dos mercados e desenvolvimento de estratégias adequadas para a melhoria de qualidade da sociedade, em qualquer âmbito.
3) Em que seu trabalho é diferente do que você esperava, ou, como pode parecer para quem está de fora?
Meu trabalho é como eu esperava, porém com funções novas. Além de lidar com os aspectos econômicos, ou seja, aquilo para o qual fomos efetivamente preparados, também precisamos aprender noções de Recursos Humanos, Tecnologia e tudo sobre as demais áreas nas quais formos trabalhar. O economista aparenta ter um trabalho burocrático, mas isso é ilusão, já que o profissional está sempre em busca de novidades e observando a realidade com profundidade.
4) O que é preciso para conseguir um trabalho e ser bem-sucedido em sua área?
Para conseguir um trabalho é necessário possuir uma formação completa, que vai além da faculdade, como cursos de línguas e até mesmo trabalhos voluntários. Além disso, desenvolver as capacidades de relacionamento com colegas e demais profissionais, ampliando sua rede de contatos. Não há receita para ser bem-sucedido, mas os que estão no topo sempre são dedicados, perseverantes e, como diferencial, não desistem na primeira barreira.
5) Quem são as pessoas influentes em sua área?
Na economia nacional podemos citar Delfim Neto (economista), Eduardo Gianetti (economista), Luiz Gonzaga Belluzzo (economista), Paulo Sandroni, dentre outros. No exterior, podemos citar o economista americano Jeffrey Sachs, Alan Greenspan e mais algumas boas referências que atuam no setor privado e público.
6) Nessa área há algo em especial que eu como iniciante possa fazer?
Sim, você pode ler e estar sempre atualizada com tudo o que acontece no mundo e na sua região. Não é necessário ler todo o jornal diariamente, mas acompanhar por meio da Internet, televisão, revistas e jornais o caminho da sociedade e estar sempre pronta para analisar a realidade ao seu redor. Caso tenha mesmo interesse, procure estágios ou trabalhos ligados ao mundo da economia, já que ele é amplo e você pode seguir muitos rumos, desde Recursos Humanos até Análises de mercado ou reestruturação de empresas. Mando abaixo área nas quais você pode atuar:
Setor público – a visão macroeconômica do mercado e a capacidade de análise de dados, estatísticas e tendências fazem do economista um profissional altamente respeitado no setor público, tanto em nível federal, como estadual e municipal.
Importação e exportação – analisa questões do mercado global e propõe alternativas rentáveis de negócios internacionais ou desenvolvimento de novos mercados.
Setor privado – o acompanhamento da conjuntura econômica do país e os movimentos dos mercados internacionais permitem ao economista o desenvolvimento de estudos setoriais.
Pesquisa - os institutos de pesquisas econômicas orientam inúmeras empresas e instituições na tomada de decisões.
Outras áreas – pode atuar no Congresso e no Poder Legislativo; na política; na defesa de mercado; no Sistema Nacional de Tributação; em organizações internacionais; como diretor, gerente, assessor, analista, entre outras funções.
Fonte: Blog Ecomonista
Informações sobre economia!
É o estudo da produção e da distribuição de bens e serviços entre os indivíduos e as sociedades. O economista estuda os fenômenos relacionados com a produção e o consumo de bens e serviços que envolvam ou não dinheiro. Ele ajuda a construir, a ampliar e a preservar o patrimônio de pessoas, empresas e governos. Desenvolve planos para a solução de problemas financeiros, econômicos e administrativos nos diversos setores de atividade – comércio, serviços, indústria ou finanças. Esse profissional se dedica tanto a grandes questões, referentes a um país ou a uma região, quanto a problemas de pequenas empresas ou investidores individuais. Graças a essa versatilidade, encontra trabalho em entidades privadas, institutos e órgãos municipais, estaduais e federais. Pode atuar, ainda, como consultor autônomo.
O mercado de trabalho
As ofertas de emprego concentram-se especialmente em São Paulo e no Rio de Janeiro, mas a demanda pelo profissional aumenta nas demais capitais brasileiras e nas regiões para onde migram as indústrias. A procura também é crescente por empresas e empreendimentos do setor agropecuário, no qual o formado é requisitado para trabalhar na gestão administrativa e financeira. Nesse caso, as oportunidades são maiores nos pólos produtivos do interior de São Paulo e da Região Centro-Oeste. Empresas privadas do setor financeiro são as principais empregadoras desses bacharéis, que atuam na gestão e no planejamento do mercado de capitais. A área de comércio internacional também requisita muito o economista, sobretudo para negociações com blocos econômicos estrangeiros. Setores como crédito, finanças, desenvolvimento sustentável, mercado externo e setor público têm tido grande crescimento. E as portas estão abertas principalmente para os especialista sem finanças e métodos quantitativos. Muitas ONGs contratam formados para serviços fixo ou temporários, já que a economia solidária,voltada para a geração de empregos e de renda para grupos menos favorecidos, é um trabalho crescente. No setor público, abrem-se vagas em órgãos como Banco Central do Brasil, Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), ministérios e secretarias, além de órgãos fiscalizadores. Empresas como a Petrobras e o Banco do Brasil também empregam o profissional. As prefeituras em geral necessitam desse bacharel para planejar orçamentos, mas o setor público contrata menos que o privado. O ensino é um mercado emergente, porém para atuar como professor universitário é preciso ter pós-graduação, o que também é considerado um diferencial no mercado.
O curso
Analisar dados e fazer prognósticos exige mais que conhecimentos técnicos. É preciso combinar a orientação teórica específica comum a sólida formação histórica. Assim, além de matemática financeira, estatística e econometria, o currículo traz disciplinas que ensinam a interpretar as diversas correntes do pensamento econômico e a entender a evolução econômica e social brasileira e internacional. As matérias optativas, por sua vez, aplicam o conhecimento teórico e metodológico das ciências econômicas a outras questões, como as relacionadas ao meio ambiente. A carga de leitura, em português e línguas estrangeiras, é grande. É exigida uma monografia no fim do curso. Prepare-se para aguçar seu senso crítico, a fim de acompanhar os seminários e participar dos debates em sala de aula sobre as idéias das diversas escolas econômicas. Algumas faculdades oferecem graduação para áreas específicas de atuação, como agroindústria.
Duração média: quatro anos.
O que você pode fazer
Comércio internacional
Planejar e promover negócios entre empresas de diferentes países, estudando mercados e cuidando das operações de importação e exportação.
Economia agroindustrial
Estudar e planejar transações no setor de agropecuária, analisando a demanda de produtos e a melhor forma de colocá-los no mercado nacional e internacional.
Economia ambiental
Analisar projetos ambientais em indústrias, ONGs e órgãos públicos. Fazer análises de impacto ambiental.
Mediação e arbitragem
Ajudar a resolver litígios comerciais entre empresas, recorrendo ou não à Justiça.
Mercado financeiro
Analisar o mercado para decidir quais investimentos realizar. Trabalhar como operador de bolsa de valores.
Pesquisa
Levantar a variação de preços, de custos e outras informações para indicadores econômicos, como índices de inflação, de desemprego e o custo de vida.
Planejamento estratégico
Avaliar as oportunidades e os riscos de mercado para redirecionar os negócios de uma empresa ou orientar aquisições e fusões.
Políticas públicas
Definir a política econômica de municípios, de estados ou do país. Elaborar orçamentos que possibilitem as ações planejadas pelos governos.
Fonte: Guia do Estudante
O mercado de trabalho
As ofertas de emprego concentram-se especialmente em São Paulo e no Rio de Janeiro, mas a demanda pelo profissional aumenta nas demais capitais brasileiras e nas regiões para onde migram as indústrias. A procura também é crescente por empresas e empreendimentos do setor agropecuário, no qual o formado é requisitado para trabalhar na gestão administrativa e financeira. Nesse caso, as oportunidades são maiores nos pólos produtivos do interior de São Paulo e da Região Centro-Oeste. Empresas privadas do setor financeiro são as principais empregadoras desses bacharéis, que atuam na gestão e no planejamento do mercado de capitais. A área de comércio internacional também requisita muito o economista, sobretudo para negociações com blocos econômicos estrangeiros. Setores como crédito, finanças, desenvolvimento sustentável, mercado externo e setor público têm tido grande crescimento. E as portas estão abertas principalmente para os especialista sem finanças e métodos quantitativos. Muitas ONGs contratam formados para serviços fixo ou temporários, já que a economia solidária,voltada para a geração de empregos e de renda para grupos menos favorecidos, é um trabalho crescente. No setor público, abrem-se vagas em órgãos como Banco Central do Brasil, Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), ministérios e secretarias, além de órgãos fiscalizadores. Empresas como a Petrobras e o Banco do Brasil também empregam o profissional. As prefeituras em geral necessitam desse bacharel para planejar orçamentos, mas o setor público contrata menos que o privado. O ensino é um mercado emergente, porém para atuar como professor universitário é preciso ter pós-graduação, o que também é considerado um diferencial no mercado.
O curso
Analisar dados e fazer prognósticos exige mais que conhecimentos técnicos. É preciso combinar a orientação teórica específica comum a sólida formação histórica. Assim, além de matemática financeira, estatística e econometria, o currículo traz disciplinas que ensinam a interpretar as diversas correntes do pensamento econômico e a entender a evolução econômica e social brasileira e internacional. As matérias optativas, por sua vez, aplicam o conhecimento teórico e metodológico das ciências econômicas a outras questões, como as relacionadas ao meio ambiente. A carga de leitura, em português e línguas estrangeiras, é grande. É exigida uma monografia no fim do curso. Prepare-se para aguçar seu senso crítico, a fim de acompanhar os seminários e participar dos debates em sala de aula sobre as idéias das diversas escolas econômicas. Algumas faculdades oferecem graduação para áreas específicas de atuação, como agroindústria.
Duração média: quatro anos.
O que você pode fazer
Comércio internacional
Planejar e promover negócios entre empresas de diferentes países, estudando mercados e cuidando das operações de importação e exportação.
Economia agroindustrial
Estudar e planejar transações no setor de agropecuária, analisando a demanda de produtos e a melhor forma de colocá-los no mercado nacional e internacional.
Economia ambiental
Analisar projetos ambientais em indústrias, ONGs e órgãos públicos. Fazer análises de impacto ambiental.
Mediação e arbitragem
Ajudar a resolver litígios comerciais entre empresas, recorrendo ou não à Justiça.
Mercado financeiro
Analisar o mercado para decidir quais investimentos realizar. Trabalhar como operador de bolsa de valores.
Pesquisa
Levantar a variação de preços, de custos e outras informações para indicadores econômicos, como índices de inflação, de desemprego e o custo de vida.
Planejamento estratégico
Avaliar as oportunidades e os riscos de mercado para redirecionar os negócios de uma empresa ou orientar aquisições e fusões.
Políticas públicas
Definir a política econômica de municípios, de estados ou do país. Elaborar orçamentos que possibilitem as ações planejadas pelos governos.
Fonte: Guia do Estudante
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Informações sobre Engenharia de Alimentos!
O que faz o profissional
O engenheiro de alimentos cria e aperfeiçoa produtos alimentícios, cuidando de todas as etapas de preparo e conservação de alimentos de origem animal e vegetal. Também acompanha a produção e o marketing do produto. No processo produtivo, ele altera a composição de produtos naturais, reforça seu teor nutritivo e decide qual é o melhor conservante, por exemplo, para cada uso. Também cria e testa formulações, a fim de determinar o valor nutricional de alimentos industrializados, seu sabor, cor e consistência. Também é de sua responsabilidade atender à demanda por produtos nutritivos e seguros, aliado a preservação ambiental ao planejamento eficiente e produtivo do setor agroindustrial. Pode também atuar no controle de qualidade, fiscalizando o processo industrial e o cumprimento da legislação. Já nos laboratórios, o engenheiro de alimentos pesquisa as diversas formas de processamento de carnes, leites, verduras, frutas e cereais e, ao mesmo tempo, executa tarefas ligadas à industrialização dessas matérias-primas.
O curso
Dia-a-dia
Se você gosta de aprender na prática, não irá se arrepender. Mesmo com extenso conteúdo teórico, você terá muitas aulas em laboratórios que simulam processos industriais. No laboratório de análise de alimentos, você terá uma visão geral dos métodos de desenvolvimento e avaliação de novos produtos e o estudo das propriedades químicas e funcionais dos alimentos. Já no de análise sensorial, você aprenderá as propriedades funcionais dos alimentos. Apesar da rotina puxada, você será estimulado a participar de atividades extracurriculares, como workshops, seminários e outros eventos, para ter contato com profissionais da sua área. É importante também desenvolver a habilidade de trabalhar em grupo, já que você será responsável pelo gerenciamento de equipes. Para se formar, é preciso cumprir um período de estágio obrigatório.
Disciplinas
Nos dois primeiros anos, você estudará matérias comuns a outros cursos de engenharia, como física, química e matemática, além de computação, estatística e biologia. Ou seja, muita teoria para você ter uma base sólida. A partir do terceiro ano, você vai se dedicar às disciplinas profissionalizantes, como nutrição, química de alimentos, microbiologia, controle de qualidade, toxicologia, embalagem de alimentos, instalações industriais, refrigeração, entre outras. Nos últimos anos, você estudará marketing, logística e manutenção, matérias importantes para o exercício da profissão.
Ingressando no mercado
Desde o início da sua graduação, procure participar de projetos de iniciação científica ou monitoria, importantes para ajudar você a definir os caminhos profissionais que irá seguir. Outra boa forma de conhecer o mercado e acumular experiência é fazer estágio. Por isso, procure oportunidades em diferentes setores, indo além do período obrigatório.
Mercado de Trabalho
A indústria de alimentação é hoje um dos setores da economia em maior expansão em todo o mundo. No Brasil, o segmento está passando por uma etapa de modernização para adaptar-se a um mercado cada vez mais competitivo e a demandas de consumidores cada vez mais exigentes. Por isso, o mercado para o engenheiro de alimentos é bastante amplo. As melhores oportunidades estão em empresas das áreas de aditivos, embalagens, equipamentos, matérias-primas, congelados e embutidos, entre outras. Outro setor que absorve este profissional é o de supermercados, para determinar os padrões de qualidade dos produtos e serviços, elaborar e desenvolver projetos de redução de gastos, reutilização de subprodutos e aproveitamento de recursos ociosos. Além disso, ele treina e supervisiona os funcionários, zelando pela manutenção da qualidade nos serviços e produtos e melhorando a produtividade. No setor público, há espaço para esse profissional atuar no controle, fiscalização e inspeção de alimentos. No setor de logística é grande a demanda pelo profissional para cuidar da conservação de alimentos perecíveis durante o transporte para distribuição.
Grade Curricular da UFRRJ
1º Período
IB 157 Introdução à Biologia
IC 241 Cálculo I
IC 349 Química Experimental
IC 389 Química I
IC 501 Computação I
IT 424 Representação Gráfica
2º Período
IC 106 Física I (Mecânica)
IC 239 Álgebra Linear II
IC 242 Cálculo II
IC 280 Estatística Básica
IC 370 Química Orgânica I
IC 379 Química Analítica I
IC 390 Química II
IT 209 Princípios de Engenharia de Alimentos
3º Período
IC 107 Física II (Mecânica)
IC 132 Física Experimental I
IC 243 Cálculo III
IC 371 Química Orgânica II
IC 380 Química Analítica II
IV 217 Microbiologia Geral
IC 357 Química Orgânica Experimental I
4º Período
IC 108 Física III (Eletric./ Magnetismo)
IC 133 Física Experimental II
IC 244 Cálculo IV
IC 279 Cálculo Numérico
IC 605 Físico - Química EA
IC 392 Bioquímica I A
IT 227 Matérias Primas Alimentícias
5º Período
IC 109 Física IV
IC 396 Físico - Química Experimental IQ
IT 132 Mecânica dos Materiais
IT 201 Análise de Alimentos
IT 206 Microbiologia de Alimentos
IT 352 Mecânica de Fluídos
IH 222 Introdução à Economia I
6º Período
IE 201 Psicologia das Relações Humanas
IH 335 Fundamentos de Nutrição
IT 228 Química de Alimentos
IT 354 Termodinâmica Aplicada
IT 406 Eletrotécnica
IT 409 Resistência de Materiais
7º Período
IH 150 Fundamentos de Administração
IT 213 Tecnologia das Fermentações Industriais
IT 229 Bioquímica de Alimentos
IT 242 Tecnologia Materiais Empregados
na Indústria de Alimentos
IT 244 Tecnologia de Carnes e Derivados
IT 245 Tecnologia de Leite e Derivados
IT 355 Transferência de Calor
8º Período
IH 437 Legislação Profissional
IT 204 Controle Qualid. Indústria de Alimentos
IT 235 Higiene de Alimentos
IT 217 Bioengenharia
IT 230 Embalagens para Alimentos
IT 246 Tecnologia de Frutas e Hortaliças
IT 248 Operações Unitárias na Indústria de Alimentos I
IT 356 Transferência de Massa
9º Período
IT 172 Model. Otimização Sistemas Engenharia
IT 243 Processos Biotecnológicos
IT 249 Operações Unitárias na Indústria de Alimentos II
IT 357 Fenômenos de Transporte Experimental
IT 371 Engenharia do Meio Ambiente
10º Período
IT 226 Estágio Supervisionado
IT 247 Projetos de Indústria de Alimentos
Fonte : IKWA e Site UFRRJ
O engenheiro de alimentos cria e aperfeiçoa produtos alimentícios, cuidando de todas as etapas de preparo e conservação de alimentos de origem animal e vegetal. Também acompanha a produção e o marketing do produto. No processo produtivo, ele altera a composição de produtos naturais, reforça seu teor nutritivo e decide qual é o melhor conservante, por exemplo, para cada uso. Também cria e testa formulações, a fim de determinar o valor nutricional de alimentos industrializados, seu sabor, cor e consistência. Também é de sua responsabilidade atender à demanda por produtos nutritivos e seguros, aliado a preservação ambiental ao planejamento eficiente e produtivo do setor agroindustrial. Pode também atuar no controle de qualidade, fiscalizando o processo industrial e o cumprimento da legislação. Já nos laboratórios, o engenheiro de alimentos pesquisa as diversas formas de processamento de carnes, leites, verduras, frutas e cereais e, ao mesmo tempo, executa tarefas ligadas à industrialização dessas matérias-primas.
O curso
Dia-a-dia
Se você gosta de aprender na prática, não irá se arrepender. Mesmo com extenso conteúdo teórico, você terá muitas aulas em laboratórios que simulam processos industriais. No laboratório de análise de alimentos, você terá uma visão geral dos métodos de desenvolvimento e avaliação de novos produtos e o estudo das propriedades químicas e funcionais dos alimentos. Já no de análise sensorial, você aprenderá as propriedades funcionais dos alimentos. Apesar da rotina puxada, você será estimulado a participar de atividades extracurriculares, como workshops, seminários e outros eventos, para ter contato com profissionais da sua área. É importante também desenvolver a habilidade de trabalhar em grupo, já que você será responsável pelo gerenciamento de equipes. Para se formar, é preciso cumprir um período de estágio obrigatório.
Disciplinas
Nos dois primeiros anos, você estudará matérias comuns a outros cursos de engenharia, como física, química e matemática, além de computação, estatística e biologia. Ou seja, muita teoria para você ter uma base sólida. A partir do terceiro ano, você vai se dedicar às disciplinas profissionalizantes, como nutrição, química de alimentos, microbiologia, controle de qualidade, toxicologia, embalagem de alimentos, instalações industriais, refrigeração, entre outras. Nos últimos anos, você estudará marketing, logística e manutenção, matérias importantes para o exercício da profissão.
Ingressando no mercado
Desde o início da sua graduação, procure participar de projetos de iniciação científica ou monitoria, importantes para ajudar você a definir os caminhos profissionais que irá seguir. Outra boa forma de conhecer o mercado e acumular experiência é fazer estágio. Por isso, procure oportunidades em diferentes setores, indo além do período obrigatório.
Mercado de Trabalho
A indústria de alimentação é hoje um dos setores da economia em maior expansão em todo o mundo. No Brasil, o segmento está passando por uma etapa de modernização para adaptar-se a um mercado cada vez mais competitivo e a demandas de consumidores cada vez mais exigentes. Por isso, o mercado para o engenheiro de alimentos é bastante amplo. As melhores oportunidades estão em empresas das áreas de aditivos, embalagens, equipamentos, matérias-primas, congelados e embutidos, entre outras. Outro setor que absorve este profissional é o de supermercados, para determinar os padrões de qualidade dos produtos e serviços, elaborar e desenvolver projetos de redução de gastos, reutilização de subprodutos e aproveitamento de recursos ociosos. Além disso, ele treina e supervisiona os funcionários, zelando pela manutenção da qualidade nos serviços e produtos e melhorando a produtividade. No setor público, há espaço para esse profissional atuar no controle, fiscalização e inspeção de alimentos. No setor de logística é grande a demanda pelo profissional para cuidar da conservação de alimentos perecíveis durante o transporte para distribuição.
Grade Curricular da UFRRJ
1º Período
IB 157 Introdução à Biologia
IC 241 Cálculo I
IC 349 Química Experimental
IC 389 Química I
IC 501 Computação I
IT 424 Representação Gráfica
2º Período
IC 106 Física I (Mecânica)
IC 239 Álgebra Linear II
IC 242 Cálculo II
IC 280 Estatística Básica
IC 370 Química Orgânica I
IC 379 Química Analítica I
IC 390 Química II
IT 209 Princípios de Engenharia de Alimentos
3º Período
IC 107 Física II (Mecânica)
IC 132 Física Experimental I
IC 243 Cálculo III
IC 371 Química Orgânica II
IC 380 Química Analítica II
IV 217 Microbiologia Geral
IC 357 Química Orgânica Experimental I
4º Período
IC 108 Física III (Eletric./ Magnetismo)
IC 133 Física Experimental II
IC 244 Cálculo IV
IC 279 Cálculo Numérico
IC 605 Físico - Química EA
IC 392 Bioquímica I A
IT 227 Matérias Primas Alimentícias
5º Período
IC 109 Física IV
IC 396 Físico - Química Experimental IQ
IT 132 Mecânica dos Materiais
IT 201 Análise de Alimentos
IT 206 Microbiologia de Alimentos
IT 352 Mecânica de Fluídos
IH 222 Introdução à Economia I
6º Período
IE 201 Psicologia das Relações Humanas
IH 335 Fundamentos de Nutrição
IT 228 Química de Alimentos
IT 354 Termodinâmica Aplicada
IT 406 Eletrotécnica
IT 409 Resistência de Materiais
7º Período
IH 150 Fundamentos de Administração
IT 213 Tecnologia das Fermentações Industriais
IT 229 Bioquímica de Alimentos
IT 242 Tecnologia Materiais Empregados
na Indústria de Alimentos
IT 244 Tecnologia de Carnes e Derivados
IT 245 Tecnologia de Leite e Derivados
IT 355 Transferência de Calor
8º Período
IH 437 Legislação Profissional
IT 204 Controle Qualid. Indústria de Alimentos
IT 235 Higiene de Alimentos
IT 217 Bioengenharia
IT 230 Embalagens para Alimentos
IT 246 Tecnologia de Frutas e Hortaliças
IT 248 Operações Unitárias na Indústria de Alimentos I
IT 356 Transferência de Massa
9º Período
IT 172 Model. Otimização Sistemas Engenharia
IT 243 Processos Biotecnológicos
IT 249 Operações Unitárias na Indústria de Alimentos II
IT 357 Fenômenos de Transporte Experimental
IT 371 Engenharia do Meio Ambiente
10º Período
IT 226 Estágio Supervisionado
IT 247 Projetos de Indústria de Alimentos
Fonte : IKWA e Site UFRRJ
Informações sobre Nutrição!
O que faz o profissional
A função do nutricionista é desenvolver e coordenar programas de alimentação e nutrição nos mais diferentes locais, como empresas, escolas, restaurants e hotéis, entre outros. Ele elabora os cardápios das refeições e define como os alimentos devem ser conservados, preparados e servidos. Também cria e preescreve dietas individuais e para grupos de pessoas, de acordo com suas necessidades específicas, como as geradas pela prática esportiva ou por doenças, por exemplo. Também faz parte de suas atribuições testar receitas e produtos alimentícios, controlar a qualidade dos alimentos, selecionar fornecedores e treinar o pessoal que trabalha em cozinhas industriais e comerciais.
O curso
Dia-a-dia
Para fazer o curso de nutrição é importante que você goste de lidar com alimentos e com acessórios culinários. Afinal, você vai passar boa parte do seu tempo dentro de cozinhas, testando receitas e preparando diferentes pratos. Nas aulas práticas, você também vai aprender técnicas de conservação dos alimentos. Durante a graduação, você vai ter ainda que desenvolver sua capacidade de trabalhar em equipe, já que a maior parte das atividades é realizada em grupo.
Disciplinas
A base do currículo são as matérias da área de biológicas, como fisiologia, anatomia, patologia e bioquímica. Mas há uma boa carga de disciplinas de humanas, como antropologia, sociologia e economia, já que você vai precisar aprender a lidar com pessoas e administrar o trabalho das equipes em cozinhas industriais e comerciais. Desde o início do curso você terá contato com a realidade da profissão em aulas específicas, teóricas e práticas, sobre a qualidade nutricional dos alimentos, a educação e a higiene alimentar.
Ingressando no mercado
Para ingressar no mercado, o caminho mais natural é fazer estágio nas diferentes áreas da profissão. Assim, você tem condições de escolher com mais segurança o campo em que vai atuar. Outra opção interessante é trabalhar em monitoria ou fazer uma iniciação científica.
Mercado de Trabalho
O mercado para esse profissional amplia-se cada vez mais, principalmente em restaurantes, spas, hotéis e hospitais. As empresas de alimentação industrial também são boas empregadoras. De modo geral, as melhores oportunidades estão nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Belo Horizonte, assim como nas regiões industriais do interior, onde há oportunidades para os especialistas em desenvolvimento de produtos. Alguns profissionais optam por abrir seu próprio consultório ou atuar em academias esportivas. Essas são boas opções, já que tem crescido a preocupação em manter uma alimentação equilibrada e um estilo de vida saudável. No setor público, cresce a procura por nutricionistas para atuar em escolas, cuidando da merenda oferecida aos estudantes.
Grade Curricular da UFRJ
1º Período
Código Disciplina
BMA124 Anatomia N
BMH122 Citologia e Histologia N
BMH193 Embriologia N
IQA111 Química A.
IQA112 Química A. Experimental
IQO110 Química Orgânica
IBG127 Genética e Evolução N
IPG111 Psicologia ICB
2º Período
Código Disciplina
BMB205 Fisiologia N
BMQ122 Bioquímica N
INS303 Saneamento
MAD120 Bioestatística para a Área da Saúde
ECS110 Técnicas Básicas de Comunicação I
IEE115 Economia
3º Período
Código Disciplina
FCS113 Sociologia Geral
FMP215 Patologia dos Processos Gerais
INE301 Composição dos Alimentos
BMP213 Parasitologia N
IMW237 Microbiologia e Imunologia N
INS405 Epidemiologia
BMF230 Farmacologia
4º Período
Código Disciplina
INN309 Nutrição Normal I
INE405 Técnica Dietética e Culinária I
INN241 Adm. de Serviços de Alimentação I
INE401 Bromatologia
INE404 Higiene dos Alimentos
SSM438 Desenvolvimento da Comunidade
5º Período
Código Disciplina
INN401 Nutrição Normal II
INE504 Técnica Dietética e Culinária II
INN351 Adm. de Serviços de Alimentação II
INN505 Patologia de Nutrição e Dietoterapia I
INS360 Avaliação Nutricional
6º Período
Código Disciplina
INE503 Tecnologia dos Alimentos
INS365 Ética e Orientação Profissional
INN602 Patologia da Nutrição e Dietoterapia II
INN504 Nutrição Materno-Infantil
INS361 Educação Nutricional
INS511 Nutrição em Saúde Pública
INS366 Administração de Saúde Pública
7º Período
Código Disciplina
INNU03 Estágio Superv. em Nutição Clínica
INNU02 Estágio Superv. em Nutrição Normal
8º Período
Código Disciplina
INNU01 Estágio Superv. em Nutição Materno-Infantil
INSU02 Estágio Superv. em Nutrição Aplicada
INEU01 Estágio Superv. em Ciência dos Alimentos
Fonte:IKWA e Site UFRJ
A função do nutricionista é desenvolver e coordenar programas de alimentação e nutrição nos mais diferentes locais, como empresas, escolas, restaurants e hotéis, entre outros. Ele elabora os cardápios das refeições e define como os alimentos devem ser conservados, preparados e servidos. Também cria e preescreve dietas individuais e para grupos de pessoas, de acordo com suas necessidades específicas, como as geradas pela prática esportiva ou por doenças, por exemplo. Também faz parte de suas atribuições testar receitas e produtos alimentícios, controlar a qualidade dos alimentos, selecionar fornecedores e treinar o pessoal que trabalha em cozinhas industriais e comerciais.
O curso
Dia-a-dia
Para fazer o curso de nutrição é importante que você goste de lidar com alimentos e com acessórios culinários. Afinal, você vai passar boa parte do seu tempo dentro de cozinhas, testando receitas e preparando diferentes pratos. Nas aulas práticas, você também vai aprender técnicas de conservação dos alimentos. Durante a graduação, você vai ter ainda que desenvolver sua capacidade de trabalhar em equipe, já que a maior parte das atividades é realizada em grupo.
Disciplinas
A base do currículo são as matérias da área de biológicas, como fisiologia, anatomia, patologia e bioquímica. Mas há uma boa carga de disciplinas de humanas, como antropologia, sociologia e economia, já que você vai precisar aprender a lidar com pessoas e administrar o trabalho das equipes em cozinhas industriais e comerciais. Desde o início do curso você terá contato com a realidade da profissão em aulas específicas, teóricas e práticas, sobre a qualidade nutricional dos alimentos, a educação e a higiene alimentar.
Ingressando no mercado
Para ingressar no mercado, o caminho mais natural é fazer estágio nas diferentes áreas da profissão. Assim, você tem condições de escolher com mais segurança o campo em que vai atuar. Outra opção interessante é trabalhar em monitoria ou fazer uma iniciação científica.
Mercado de Trabalho
O mercado para esse profissional amplia-se cada vez mais, principalmente em restaurantes, spas, hotéis e hospitais. As empresas de alimentação industrial também são boas empregadoras. De modo geral, as melhores oportunidades estão nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Belo Horizonte, assim como nas regiões industriais do interior, onde há oportunidades para os especialistas em desenvolvimento de produtos. Alguns profissionais optam por abrir seu próprio consultório ou atuar em academias esportivas. Essas são boas opções, já que tem crescido a preocupação em manter uma alimentação equilibrada e um estilo de vida saudável. No setor público, cresce a procura por nutricionistas para atuar em escolas, cuidando da merenda oferecida aos estudantes.
Grade Curricular da UFRJ
1º Período
Código Disciplina
BMA124 Anatomia N
BMH122 Citologia e Histologia N
BMH193 Embriologia N
IQA111 Química A.
IQA112 Química A. Experimental
IQO110 Química Orgânica
IBG127 Genética e Evolução N
IPG111 Psicologia ICB
2º Período
Código Disciplina
BMB205 Fisiologia N
BMQ122 Bioquímica N
INS303 Saneamento
MAD120 Bioestatística para a Área da Saúde
ECS110 Técnicas Básicas de Comunicação I
IEE115 Economia
3º Período
Código Disciplina
FCS113 Sociologia Geral
FMP215 Patologia dos Processos Gerais
INE301 Composição dos Alimentos
BMP213 Parasitologia N
IMW237 Microbiologia e Imunologia N
INS405 Epidemiologia
BMF230 Farmacologia
4º Período
Código Disciplina
INN309 Nutrição Normal I
INE405 Técnica Dietética e Culinária I
INN241 Adm. de Serviços de Alimentação I
INE401 Bromatologia
INE404 Higiene dos Alimentos
SSM438 Desenvolvimento da Comunidade
5º Período
Código Disciplina
INN401 Nutrição Normal II
INE504 Técnica Dietética e Culinária II
INN351 Adm. de Serviços de Alimentação II
INN505 Patologia de Nutrição e Dietoterapia I
INS360 Avaliação Nutricional
6º Período
Código Disciplina
INE503 Tecnologia dos Alimentos
INS365 Ética e Orientação Profissional
INN602 Patologia da Nutrição e Dietoterapia II
INN504 Nutrição Materno-Infantil
INS361 Educação Nutricional
INS511 Nutrição em Saúde Pública
INS366 Administração de Saúde Pública
7º Período
Código Disciplina
INNU03 Estágio Superv. em Nutição Clínica
INNU02 Estágio Superv. em Nutrição Normal
8º Período
Código Disciplina
INNU01 Estágio Superv. em Nutição Materno-Infantil
INSU02 Estágio Superv. em Nutrição Aplicada
INEU01 Estágio Superv. em Ciência dos Alimentos
Fonte:IKWA e Site UFRJ
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Informações sobre Biomedicina!
Biomedicina é a ciência que conduz estudos e pesquisas no campo de interface entre biologia e medicina, voltada para a pesquisa das doenças humanas, seus fatores ambientais e ecoepidemiológicos, com intuito de encontrar sua causa, mecanismo, prevenção, diagnóstico e tratamento.
No Brasil
Inicialmente, com o objetivo de criar um curso de graduação com profissionais específicos para atuar, através do ingresso em programas de mestrado e doutorado, no ensino e pesquisas nas ciências básicas da saúde (ciências biomédicas), consequentemente, no desenvolvimento da saúde humana, foram implantados na UNIFESP e UERJ em 1966 os primeiros cursos de Biomedicina (antes denominados Ciências Biológicas - Modalidade Médica). Contudo, apenas em 1979 veio a regulamentação pela Lei Federal nº 6.684, de 03 de setembro de 1979 e Decreto Nº 88.439, de 28 de junho de 1983 das atividades exercidas pelos biomédicos que optavam pela carreira não universitária, sendo a principal entre elas, os serviços complementares de diagnósticos, pelo seu próprio currículo sólido no método científico e na pesquisa relacionada às doenças humanas. No tocante a formação, até então, a do Biomédico era similar a do biólogo e em sua grade curricular, existiam disciplinas da área médica a mais e com isto, formava-se o especialista em ciências biomédicas, sendo então denominado Biólogo - Modalidade Médica. Como, de acordo com a legislação que as regulamenta, as duas profissões possuem atribuições diversas, o Presidente da República João Figueiredo, através da Lei Federal 7.017 - de 30 de Agosto de 1982, desmembrou o Conselho Federal de Biologia e Biomedicina, criando assim os sistemas Conselho Federal e Regionais de Biomedicina e os Conselho Federal e Regionais de Biologia e com isso os profissionais distintos: o Biomédico e o Biólogo. Atualmente o curso de graduação é denominado Biomedicina.
O profissional formado em Biomedicina está apto a realizar estudos e pesquisas clínicas, envolvendo as análises clínicas, a genética e a biologia molecular de fluidos, células e tecidos humanos. No Brasil, os biomédicos dedicam-se principalmente (cerca de 80%) às análises clínicas (exames laboratoriais), no entanto, muitos desses profissionais atuam como cientistas em centros de pesquisas (Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Instituto Nacional de Câncer (INCA), Instituto Butantan, Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN), Instituto Internacional de Neurociências de Natal (IINN-ELS), Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS) etc.) e universidades, analisando e pesquisando moléculas, células e organismos na busca da cura, do diagnóstico, do tratamento e da prevenção de doenças (desenvolvendo vacinas e novos medicamentos), produzindo reagentes laboratoriais, bem como atuando na pesquisa de DNA e contribuindo com a solução de crimes nas ciências forenses. Dentre as atividades mais comuns, está o ensino universitário em disciplinas biomédicas, tais como Anatomia, Biofísica, Bioquímica, Embriologia, Farmacologia, Fisiologia, Genética, Histologia, Imunologia, Microbiologia, Parasitologia, Patologia Geral, Saúde Pública e Toxicologia.
Nas análises ambientais, realizam análises físico-químicas, microbiológicas e parasitológicas de interesse para o saneamento do meio ambiente, incluídas as análises de água, ar e esgoto. Os biomédicos também realizam testes para averiguação da qualidade bioquímica e microbiológica de alimentos.Em Bancos de Sangue (Hemocentros) executam os testes prévios a transfusão e a doação (verificando a presença/ausência de patologias e compatibilidade sanguínea), além de manipularem e produzirem hemocomponentes e hemoderivados.
Na Citologia Oncótica (ou Citopatologia) executam os exames, incluindo citologia hormonal e imunocitoquímica, firmando os respectivos laudos e pareceres. Dentre os exames citopatológicos, o mais comum é o teste de Papanicolau (que é um exame ginecológico de citologia cervical realizado como prevenção ao câncer do colo do útero). Na Reprodução Humana, realizam, entre outras atividades, a criopreservação, a manipulação e a seleção de gametas e embriões que serão implantados na futura mãe. O trabalho nas indústrias biotecnológicas envolve a manipulação de enzimas, microrganismos e células, na produção de produtos biologicamente ativos, tais como enzimas, hormônios (insulina por exemplo), antibióticos, vitaminas, vacinas, soros, além de reagentes laboratoriais.
Os biomédicos especialistas em Biofísica, Imagenologia ou Radiologia trabalham em clínicas, hospitais ou centros de diagnóstico por imagem tendo a função de preparar o paciente, elaborar o plano de irradiação, gerenciar banco de imagens, programar e operar equipamentos de Ressonância Magnética, Tomografia Computadorizada, Medicina Nuclear, Radioterapia, entres outros, além de poder ser o responsável pelo controle de qualidade e radioproteção (de acordo com as normas da Comissão Nacional de Energia Nuclear - CNEN e Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA). Desta forma, confeccionando a(s) imagem(ns) para que o médico Radiologista/Imagenologista possa, finalmente, fornecer o laudo. A indústria da tecnologia nuclear para o biomédico, inclui a preservação de alimentos através de sua irradiação. Na pesquisa em Radiobiologia e a Fotobiologia, testam estas radiações (oriundas de diferentes fontes de energia) ionizantes e não-ionizantes em aplicações clínicas (tais como a Oncologia, Neuroimagem, etc) além de aplicações biotecnológicas, biomédicas e ambientais. Físicos, engenheiros e médicos são os principais profissionais que trabalham em conjunto com biomédicos nesta área. A Imagenologia é uma das áreas em que ocorre um incremento na procura pelos novos profissionais da biomedicina.
Apoio as cirurgias cardíacas também pode ser realizada por biomédicos (assim como por enfermeiros, fisioterapeutas, etc.) especialistas em circulação extracorpórea (C.E.C.), quando o coração precisa parar de bater e o sangue do paciente é desviado para um aparelho que substitui este órgão durante a cirurgia. Assim, o Perfusionista (como é chamado o profissional da CEC), realiza o procedimento e monitora seus parâmetros, tais como a oxigenação, temperatura, pressão arterial, volemia e a coagulação sanguínea. O biomédico para atuar nesta área deve possuir título de especialista em Circulação Extracorpórea emitido pela Sociedade Brasileira de Circulação Extracorpórea.
Para os que desejam observar as atividades físicas através do rigoroso olhar biomédico, existe a possibilidade de atuar como Fisiologista do Exercício. No Brasil, um dos trabalhos pioneiros realizou-se na década de 1970[10] na dissertação de mestrado de um, atualmente, renomado biomédico. Aplicando conhecimentos de disciplinas biomédicas tais como anatomia, biologia molecular, fisiologia, bioquímica, hematologia, histologia, patologia, biofísica, entre outras, é possível avaliar o desempenho dos atletas (e animais para experimentação) utilizando dosagens bioquímicas (lactato, por exemplo), exames hematológicos (contagem de neutrófilos, hemoglobina), testes ergoespirométricos, testes de força, etc. De fato, é comum a participação de biomédicos em equipes multidisciplinares. Como não poderia ser diferente, o biomédico Fisiologista do Exercício aplica seu conhecimento em estudos para melhoria da qualidade de vida de populações em condições patológicas como diabetes, obesidade, hipertensão, cardiopatias, pneumopatias, doenças neuromusculares, etc.
Onde pode atuar
Análise clínica - realizar análises, assumir a responsabilidade técnica e firmar os respectivos laudos; tem competência legal para assumir e executar o processamento de sangue, suas sorologias e exames pré-transfusionais e é capacitado legalmente para assumir chefias técnicas, assessorias e direção dessas atividades;
Banco de sangue - realizar todas as tarefas, com exclusão, apenas, de transfusão; tem competência legal para assumir e executar o processamento de sangue, suas sorologias e exames pré-transfusionais e é capacitado legalmente para assumir chefias técnicas, assessorias e direção dessas atividades;
Análises ambientais - realizar análises físico-químicas e microbiológicas para o saneamento do meio ambiente;
Indústrias - Indústrias químicas e biológicas: soros, vacinas, reagentes etc.;
Análises bromatológicas - realizar análises para aferição de qualidade dos alimentos;
Imagenologia - atua na área de raio-X, ultrassonografia, tomografia, ressonância magnética, Medicina Nuclear, excluída a interpretação de laudos;
Acupuntura - aplicar completamente os princípios, os métodos e as técnicas de Acupuntura;
Biologia Molecular - coleta de materiais, análise, interpretação, emissão e assinatura de laudos e de pareceres técnicos;
Genética - Participar de pesquisas em todas as áreas da genética, como coordenador ou membro da equipe; Realizar exames de Citogenética Humana e Genética Humana Molecular (DNA), realizando as culturas, preparações citológicas e análises; Assumir a responsabilidade técnica, elaborando e firmando os respectivos laudos e transmitindo os resultados dos exames laboratoriais a outros profissionais, como consultor, ou diretamente aos pacientes, como aconselhador genético.;
Coleta de materiais - realizar toda e qualquer coleta de amostras biológicas para realização dos mais diversos exames, como também supervisionar os respectivos setores de coleta de materiais biológicos de qualquer estabelecimento que a isso se destine. Excetuam-se as biópsias, coleta de líquido céfalo-raquidiano (liquor) e punção para obtenção de líquidos cavitários em qualquer situação;
Pesquisa básica e aplicada - realizar pesquisa na área de saúde e biologia, sendo o responsável científico, no intuito de contribuir para a elucidação de fenômenos de natureza biológica e desenvolver tecnologias ligadas à área.
Docência - ministrar aulas para alunos de nível superior nas diversas instituições de ensino do país, gerando assim, mais profissionais capacitados na área.
Disciplinas curriculares
O conteúdo curricular é composto de disciplinas como Química Orgânica, Química Analítica, Bioestatística, Biossegurança, Genética, Microbiologia, Biofísica, Radiobiologia, Biologia Celular e Molecular, Bioquímica, Biotecnologia, Análises Ambientais, Patologia Geral, Administração em Saúde, Ecologia, Epidemiologia, Imunologia, Farmacologia, Hematologia, Citologia Clínica, etc.
O conceito da Biomedicina
" É a arte e ciência que investiga e desenvolve o processo de cura dos seres vivos, em especial do ser humano, e suas interações com o meio ambiente. "
Grade curricular – Faculdades Integradas Einstein de Limeira
1º Semestre
Química Geral I
Biologia Celular
Biossegurança / Bioética
Informática / Bioinformática Aplicada à Biomedicina
Bioestatística
Anatomia I
2º Semestre
Biofísica
Química Orgânica e Ambiental
Filosofia / Antropologia
Microbiologia
Bioquímica
Anatomia Humana II
Histologia / Embriologia
3º Semestre
Fisiologia Humana I
Genética Humana / Citogenética
Biotecnologia
Microbiologia Alimentos / Água
Parasitologia
Metodologia da Pesquisa Cientifica
4º Semestre
Fisiologia Humana II
Microbiologia Clinica I
Parasitologia Clinica
Imunologia
Micologia
Biologia Molecular Clinica
Patologia Geral
5º Semestre
Farmacologia
Patologia Especial / Citopatologia
Hematologia E Banco de Sangue I
Análise Ambiental
Gestão Integrada de Laboratório Clinico / Controle de Qualidade
Bioquímica Clinica
6º Semestre
Saúde Pública
Estágio Supervisionado I
Imagenologia I
Análise Bromatológica
Análises Urológicas
Ativ. Compl.:Tópicos Especiais Biomedicina
Trabalho de Conclusão de Curso I
7º Semestre
Toxicologia
Imageologia II
Estagio Supervisionado II
Gestão Integrada Lab. Microbiologia Alimentícia
Ativ. Compl.:Tópicos Especiais Biomedicina
Trabalho de Conclusao de Curso II
8º Semestre
Estagio Supervisionado III
Empreendedorismo
Disciplina Optativa
Ética Geral - Biomédica e Deontologia
Trabalho de Conclusão de Curso III
Ativ. Compl.:Tópicos Especiais Biomedicina
Fontes: Site Conselho Federal de Biomedicina; Guia do Estudante; Site Faculdades Integradas Einstein de Limeira; Wikipédia.
Biomedicina é a ciência que conduz estudos e pesquisas no campo de interface entre biologia e medicina, voltada para a pesquisa das doenças humanas, seus fatores ambientais e ecoepidemiológicos, com intuito de encontrar sua causa, mecanismo, prevenção, diagnóstico e tratamento.
No Brasil
Inicialmente, com o objetivo de criar um curso de graduação com profissionais específicos para atuar, através do ingresso em programas de mestrado e doutorado, no ensino e pesquisas nas ciências básicas da saúde (ciências biomédicas), consequentemente, no desenvolvimento da saúde humana, foram implantados na UNIFESP e UERJ em 1966 os primeiros cursos de Biomedicina (antes denominados Ciências Biológicas - Modalidade Médica). Contudo, apenas em 1979 veio a regulamentação pela Lei Federal nº 6.684, de 03 de setembro de 1979 e Decreto Nº 88.439, de 28 de junho de 1983 das atividades exercidas pelos biomédicos que optavam pela carreira não universitária, sendo a principal entre elas, os serviços complementares de diagnósticos, pelo seu próprio currículo sólido no método científico e na pesquisa relacionada às doenças humanas. No tocante a formação, até então, a do Biomédico era similar a do biólogo e em sua grade curricular, existiam disciplinas da área médica a mais e com isto, formava-se o especialista em ciências biomédicas, sendo então denominado Biólogo - Modalidade Médica. Como, de acordo com a legislação que as regulamenta, as duas profissões possuem atribuições diversas, o Presidente da República João Figueiredo, através da Lei Federal 7.017 - de 30 de Agosto de 1982, desmembrou o Conselho Federal de Biologia e Biomedicina, criando assim os sistemas Conselho Federal e Regionais de Biomedicina e os Conselho Federal e Regionais de Biologia e com isso os profissionais distintos: o Biomédico e o Biólogo. Atualmente o curso de graduação é denominado Biomedicina.
O profissional formado em Biomedicina está apto a realizar estudos e pesquisas clínicas, envolvendo as análises clínicas, a genética e a biologia molecular de fluidos, células e tecidos humanos. No Brasil, os biomédicos dedicam-se principalmente (cerca de 80%) às análises clínicas (exames laboratoriais), no entanto, muitos desses profissionais atuam como cientistas em centros de pesquisas (Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Instituto Nacional de Câncer (INCA), Instituto Butantan, Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN), Instituto Internacional de Neurociências de Natal (IINN-ELS), Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS) etc.) e universidades, analisando e pesquisando moléculas, células e organismos na busca da cura, do diagnóstico, do tratamento e da prevenção de doenças (desenvolvendo vacinas e novos medicamentos), produzindo reagentes laboratoriais, bem como atuando na pesquisa de DNA e contribuindo com a solução de crimes nas ciências forenses. Dentre as atividades mais comuns, está o ensino universitário em disciplinas biomédicas, tais como Anatomia, Biofísica, Bioquímica, Embriologia, Farmacologia, Fisiologia, Genética, Histologia, Imunologia, Microbiologia, Parasitologia, Patologia Geral, Saúde Pública e Toxicologia.
Nas análises ambientais, realizam análises físico-químicas, microbiológicas e parasitológicas de interesse para o saneamento do meio ambiente, incluídas as análises de água, ar e esgoto. Os biomédicos também realizam testes para averiguação da qualidade bioquímica e microbiológica de alimentos.Em Bancos de Sangue (Hemocentros) executam os testes prévios a transfusão e a doação (verificando a presença/ausência de patologias e compatibilidade sanguínea), além de manipularem e produzirem hemocomponentes e hemoderivados.
Na Citologia Oncótica (ou Citopatologia) executam os exames, incluindo citologia hormonal e imunocitoquímica, firmando os respectivos laudos e pareceres. Dentre os exames citopatológicos, o mais comum é o teste de Papanicolau (que é um exame ginecológico de citologia cervical realizado como prevenção ao câncer do colo do útero). Na Reprodução Humana, realizam, entre outras atividades, a criopreservação, a manipulação e a seleção de gametas e embriões que serão implantados na futura mãe. O trabalho nas indústrias biotecnológicas envolve a manipulação de enzimas, microrganismos e células, na produção de produtos biologicamente ativos, tais como enzimas, hormônios (insulina por exemplo), antibióticos, vitaminas, vacinas, soros, além de reagentes laboratoriais.
Os biomédicos especialistas em Biofísica, Imagenologia ou Radiologia trabalham em clínicas, hospitais ou centros de diagnóstico por imagem tendo a função de preparar o paciente, elaborar o plano de irradiação, gerenciar banco de imagens, programar e operar equipamentos de Ressonância Magnética, Tomografia Computadorizada, Medicina Nuclear, Radioterapia, entres outros, além de poder ser o responsável pelo controle de qualidade e radioproteção (de acordo com as normas da Comissão Nacional de Energia Nuclear - CNEN e Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA). Desta forma, confeccionando a(s) imagem(ns) para que o médico Radiologista/Imagenologista possa, finalmente, fornecer o laudo. A indústria da tecnologia nuclear para o biomédico, inclui a preservação de alimentos através de sua irradiação. Na pesquisa em Radiobiologia e a Fotobiologia, testam estas radiações (oriundas de diferentes fontes de energia) ionizantes e não-ionizantes em aplicações clínicas (tais como a Oncologia, Neuroimagem, etc) além de aplicações biotecnológicas, biomédicas e ambientais. Físicos, engenheiros e médicos são os principais profissionais que trabalham em conjunto com biomédicos nesta área. A Imagenologia é uma das áreas em que ocorre um incremento na procura pelos novos profissionais da biomedicina.
Apoio as cirurgias cardíacas também pode ser realizada por biomédicos (assim como por enfermeiros, fisioterapeutas, etc.) especialistas em circulação extracorpórea (C.E.C.), quando o coração precisa parar de bater e o sangue do paciente é desviado para um aparelho que substitui este órgão durante a cirurgia. Assim, o Perfusionista (como é chamado o profissional da CEC), realiza o procedimento e monitora seus parâmetros, tais como a oxigenação, temperatura, pressão arterial, volemia e a coagulação sanguínea. O biomédico para atuar nesta área deve possuir título de especialista em Circulação Extracorpórea emitido pela Sociedade Brasileira de Circulação Extracorpórea.
Para os que desejam observar as atividades físicas através do rigoroso olhar biomédico, existe a possibilidade de atuar como Fisiologista do Exercício. No Brasil, um dos trabalhos pioneiros realizou-se na década de 1970[10] na dissertação de mestrado de um, atualmente, renomado biomédico. Aplicando conhecimentos de disciplinas biomédicas tais como anatomia, biologia molecular, fisiologia, bioquímica, hematologia, histologia, patologia, biofísica, entre outras, é possível avaliar o desempenho dos atletas (e animais para experimentação) utilizando dosagens bioquímicas (lactato, por exemplo), exames hematológicos (contagem de neutrófilos, hemoglobina), testes ergoespirométricos, testes de força, etc. De fato, é comum a participação de biomédicos em equipes multidisciplinares. Como não poderia ser diferente, o biomédico Fisiologista do Exercício aplica seu conhecimento em estudos para melhoria da qualidade de vida de populações em condições patológicas como diabetes, obesidade, hipertensão, cardiopatias, pneumopatias, doenças neuromusculares, etc.
Onde pode atuar
Análise clínica - realizar análises, assumir a responsabilidade técnica e firmar os respectivos laudos; tem competência legal para assumir e executar o processamento de sangue, suas sorologias e exames pré-transfusionais e é capacitado legalmente para assumir chefias técnicas, assessorias e direção dessas atividades;
Banco de sangue - realizar todas as tarefas, com exclusão, apenas, de transfusão; tem competência legal para assumir e executar o processamento de sangue, suas sorologias e exames pré-transfusionais e é capacitado legalmente para assumir chefias técnicas, assessorias e direção dessas atividades;
Análises ambientais - realizar análises físico-químicas e microbiológicas para o saneamento do meio ambiente;
Indústrias - Indústrias químicas e biológicas: soros, vacinas, reagentes etc.;
Análises bromatológicas - realizar análises para aferição de qualidade dos alimentos;
Imagenologia - atua na área de raio-X, ultrassonografia, tomografia, ressonância magnética, Medicina Nuclear, excluída a interpretação de laudos;
Acupuntura - aplicar completamente os princípios, os métodos e as técnicas de Acupuntura;
Biologia Molecular - coleta de materiais, análise, interpretação, emissão e assinatura de laudos e de pareceres técnicos;
Genética - Participar de pesquisas em todas as áreas da genética, como coordenador ou membro da equipe; Realizar exames de Citogenética Humana e Genética Humana Molecular (DNA), realizando as culturas, preparações citológicas e análises; Assumir a responsabilidade técnica, elaborando e firmando os respectivos laudos e transmitindo os resultados dos exames laboratoriais a outros profissionais, como consultor, ou diretamente aos pacientes, como aconselhador genético.;
Coleta de materiais - realizar toda e qualquer coleta de amostras biológicas para realização dos mais diversos exames, como também supervisionar os respectivos setores de coleta de materiais biológicos de qualquer estabelecimento que a isso se destine. Excetuam-se as biópsias, coleta de líquido céfalo-raquidiano (liquor) e punção para obtenção de líquidos cavitários em qualquer situação;
Pesquisa básica e aplicada - realizar pesquisa na área de saúde e biologia, sendo o responsável científico, no intuito de contribuir para a elucidação de fenômenos de natureza biológica e desenvolver tecnologias ligadas à área.
Docência - ministrar aulas para alunos de nível superior nas diversas instituições de ensino do país, gerando assim, mais profissionais capacitados na área.
Disciplinas curriculares
O conteúdo curricular é composto de disciplinas como Química Orgânica, Química Analítica, Bioestatística, Biossegurança, Genética, Microbiologia, Biofísica, Radiobiologia, Biologia Celular e Molecular, Bioquímica, Biotecnologia, Análises Ambientais, Patologia Geral, Administração em Saúde, Ecologia, Epidemiologia, Imunologia, Farmacologia, Hematologia, Citologia Clínica, etc.
O conceito da Biomedicina
" É a arte e ciência que investiga e desenvolve o processo de cura dos seres vivos, em especial do ser humano, e suas interações com o meio ambiente. "
Grade curricular – Faculdades Integradas Einstein de Limeira
1º Semestre
Química Geral I
Biologia Celular
Biossegurança / Bioética
Informática / Bioinformática Aplicada à Biomedicina
Bioestatística
Anatomia I
2º Semestre
Biofísica
Química Orgânica e Ambiental
Filosofia / Antropologia
Microbiologia
Bioquímica
Anatomia Humana II
Histologia / Embriologia
3º Semestre
Fisiologia Humana I
Genética Humana / Citogenética
Biotecnologia
Microbiologia Alimentos / Água
Parasitologia
Metodologia da Pesquisa Cientifica
4º Semestre
Fisiologia Humana II
Microbiologia Clinica I
Parasitologia Clinica
Imunologia
Micologia
Biologia Molecular Clinica
Patologia Geral
5º Semestre
Farmacologia
Patologia Especial / Citopatologia
Hematologia E Banco de Sangue I
Análise Ambiental
Gestão Integrada de Laboratório Clinico / Controle de Qualidade
Bioquímica Clinica
6º Semestre
Saúde Pública
Estágio Supervisionado I
Imagenologia I
Análise Bromatológica
Análises Urológicas
Ativ. Compl.:Tópicos Especiais Biomedicina
Trabalho de Conclusão de Curso I
7º Semestre
Toxicologia
Imageologia II
Estagio Supervisionado II
Gestão Integrada Lab. Microbiologia Alimentícia
Ativ. Compl.:Tópicos Especiais Biomedicina
Trabalho de Conclusao de Curso II
8º Semestre
Estagio Supervisionado III
Empreendedorismo
Disciplina Optativa
Ética Geral - Biomédica e Deontologia
Trabalho de Conclusão de Curso III
Ativ. Compl.:Tópicos Especiais Biomedicina
Fontes: Site Conselho Federal de Biomedicina; Guia do Estudante; Site Faculdades Integradas Einstein de Limeira; Wikipédia.
Eng. Civil - Informações da UFPE

O curso capacita engenheiros para atuar na concepção e análise da viabilidade de um empreendimento, nos projetos, no planejamento e execução de obras e na manutenção durante a vida útil da obra. O engenheiro civil formado pela UFPE é habilitado para atuar em projetos e execução de edifícios em geral, galpões industriais, pontes e viadutos, barragens, contenção de encostas, abastecimento de água, coleta e tratamento de esgotos, drenagem urbana, irrigação, transportes em geral, rodovias, portos e aeroportos.
Durante o curso é dada ênfase especial aos fundamentos teóricos e à formulação matemática dos casos reais encontrados na engenharia local e regional, de modo que o engenheiro egresso do curso de graduação tem condições de realizar cálculos e projetos de estruturas de edifícios, projetos de fundações nos diversos tipos de solos, projetos de barragens, projetos de hidráulica, de saneamento e de transportes.
Várias disciplinas do curso dedicam-se à execução de empreendimentos para capacitar o engenheiro na etapa da organização de todas as fases de uma obra, provendo, em cada fase, a conveniente disponibilidade de materiais, equipamentos e pessoal adequados; além de prever e controlar custos, cumprindo todas as exigências legais e de segurança.
O campo de atuação do profissional formado pelo curso da UFPE abrange empresas de projeto e de consultoria, construtoras, empresas de base tecnológica, empresas governamentais, instituições de ensino superior e de pesquisa, pública e privada.
Fonte: Site UFPE
Grade Curricular da Universidade de Feira de Santana
Semestre Disciplinas
01 HF801 - MET. DO TRAB. CIENTIFICO
EXA101 - MATEMATICA I
EXA306 - FISICA VI
LET101 - LINGUA PORTUGUESA I
02 EXA105 - GEOMETRIA
EXA107 - CALCULO I
EXA509 - GEOLOGIA GERAL I
LET606 - DESENHO BÁSICO
LET608 - DES.ARQ.E DE CONSTR.CIVIL
03 EXA108 - CALCULO II
EXA145 - ALGEBRA LINEAR I
EXA307 - FISICA VII
EXA510 - GEOLOGIA GERAL II
LET607 - DESENHO TECNICO
TEC101 - MECANICA I
04 EXA113 - INTR.A CIENC.COMPUTADORES
EXA118 - CALCULO III
EXA308 - FISICA VIII
EXA404 - QUIMICA IV
LET605 - GEOMETRIA DESCRITIVA
TEC102 - MECANICA II
05 EXA111 - CALCULO NUMERICO
EXA204 - ESTATISTICA III
TEC103 - RESIST. DOS MATERIAIS I
TEC109 - MATERIAIS DE CONSTRUCAO I
TEC113 - TOPOGRAFIA I
TEC124 - FENOMENOS DO TRANSPORTE
06 TEC104 - RESIST. DOS MATERIAIS II
TEC110 - MATERIAIS CONSTRUCAO II
TEC114 - TOPOGRAFIA II
TEC123 - ELETRICIDADE
TEC125 - HIDRAULICA
TEC128 - CIENCIAS DO AMBIENTE
07 TEC105 - TEORIA DAS ESTRUTURAS
TEC111 - MECANICA DOS SOLOS I
TEC115 - ESTRADAS I
TEC118 - CONSTRUCAO CIVIL I
TEC127 - SANEAMENTO
08 TEC106 - CONSTRUCAO DE CONCRETO I
TEC 108 - CONSTR. DE ACO E MADEIRA
TEC116 - ESTRADAS II
TEC119 - CONSTRUCAO CIVIL II
TEC126 - HIDROLOGIA APLICADA
09 CIS105 - LEGISLACAO
CIS201 - INTRODUCAO A ECONOMIA I
CIS321 - ADM. APLIC. A ENGENHARIA
TEC107 - CONSTRUCAO DE CONCRETO II
TEC112 - MECANICA DOS SOLOS II
10 TEC130 - ESTAGIO SUPERVISIONADO Complementar 1 (0.0.3) 3 135
OP TEC117 - ESTRADAS III Optativa
TEC120 - FUND. DE URBANISMO Optativa
TEC121 - PLAN. DE OBRAS MUNICIPAIS Optativa
TEC122 - ASPEC.GER.DA CONSTRUCAO Optativa
TEC129 - SANEAMENTO AMBIENTAL Optativa
TEC131 - ASTR. DE CAMPO E GEODESIA
TEC132 - INST HIDRAULICAS PREDIAIS
TEC133 - NOC BAS CONC PROTENDIDO
TEC134 - TOP ESP EM ESTRUTURAS
TEC135 - SIST DE DRENAGEM URBANA Optativa
TEC136 - PAT E TER DAS CONSTRUCOES Optativa
TEC137 - HIG E SEG DO TRABALHO Optativa 1
TEC144 - MET.NUM.APL.À ENGANHARIA I Optativa
TEC145 - PRODUÇÃO E QUAL.NA ENGENHARIA Optativa
Fonte: Site UEFS
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