domingo, 8 de agosto de 2010

Informações sobre Arquivologia!

A crescente produção de conteúdos por meios eletrônicos e a necessidade de organizá-los contribui para o aumento da procura por arquivistas. O campo de trabalho para esse profissional se encontra em ascensão. Para os próximos anos, as perspectivas são de crescimento da oferta de trabalho, sobretudo por causa do aumento das requisições do serviço público. As grandes cidades, que possuem redes mais complexas de serviços públicos e sediam empresas de maior porte, constituem os principais núcleos de absorção desses profissionais. As vagas encontram-se principalmente nas grandes cidades, como São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Belo Horizonte (MG), onde empresas privadas criam centros de documentação para o registro de sua trajetória, e Brasília, em razão do setor público. No entanto, há oportunidades em todo o Brasil. No setor privado, os arquivistas são cada vez mais procurados por hospitais, instituições de ensino superior, indústrias, centros de memória, casas de cultura e grandes escritórios de advocacia, engenharia e arquitetura. Em consultorias de arquivologia, como a Acervo (SP) e a Poliedro (DF), existem vagas de trabalho temporário. Como elas prestam serviço para várias empresas e órgãos públicos, buscam profissionais para atuar por tempo determinado. O bacharel também tema possibilidade de abrir a própria consultoria e atuar como autônomo.

O mercado de trabalho

A crescente produção de conteúdos por meios eletrônicos e a necessidade de organizá-los contribui para o aumento da procura por arquivistas. O campo de trabalho para esse profissional se encontra em ascensão. Para os próximos anos, as perspectivas são de crescimento da oferta de trabalho, sobretudo por causa do aumento das requisições do serviço público. As grandes cidades, que possuem redes mais complexas de serviços públicos e sediam empresas de maior porte, constituem os principais núcleos de absorção desses profissionais. As vagas encontram-se principalmente nas grandes cidades, como São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Belo Horizonte (MG), onde empresas privadas criam centros de documentação para o registro de sua trajetória, e Brasília, em razão do setor público. No entanto, há oportunidades em todo o Brasil. No setor privado, os arquivistas são cada vez mais procurados por hospitais, instituições de ensino superior, indústrias, centros de memória, casas de cultura e grandes escritórios de advocacia, engenharia e arquitetura. Em consultorias de arquivologia, como a Acervo (SP) e a Poliedro (DF),existem vagas de trabalho temporário. Como elas prestam serviço para várias empresas e órgãos públicos, buscam profissionais para atuar por tempo determinado. O bacharel também tema possibilidade de abrir a própria consultoria e atuar como autônomo.

O curso

Além das disciplinas básicas, como história, teoria da administração, informática estatística, você estuda as específicas, como descrição documental, projeto e implantação de sistemas de arquivo e paleografia (estudo das escritas antigas). Em laboratório, aprende técnicas de classificação, higienização, preservação e guarda de documentos e toma contato com ferramentas computacionais que auxiliam no gerenciamento de arquivos. É necessário conhecer a legislação para avaliar corretamente a validade dos documentos manipulados. Para isso, o aluno tem aulas de avaliação documental. Estágio curricular de255 horas e trabalho de conclusão são obrigatórios.

Duração média: quatro anos.

O que você pode fazer

Conservação e restauração
Prevenir a deterioração de documentos e recuperar os danificados.

Difusão educativa e cultural
Orientar o público na consulta e no manuseio de documentos.

Documentação eletrônica
Criar banco de dados, fazer microfilmagem e digitalização.

Gestão
Avaliar as informações e os documentos, decidindo pelo arquivamento ou pela destruição.

Racionalização de documentos
Classificar e organizar documentos, a fim de agilizar sua localização e seu uso.


Informações sobre - A Escola de Arquivologia da UNIRIO

A Escola de Arquivologia da UNIRIO é a primeira do Brasil e tem sua origem no Arquivo Nacional. É uma das Escolas do Centro de Ciências Humanas e Sociais (CCH) e já formou mais de 1200 arquivistas.
O curso é oferecido no horário noturno (aulas de 18h às 22h10min de segunda a sexta-feira) com período de integralização curricular de 8 a 12 semestres letivos.

A Arquivologia

A Arquivologia é uma área do conhecimento das Ciências Sociais Aplicadas. Por meio de um quadro conceitual e de uma metodologia própria e específica, estuda e trata os dados contidos nos documentos arquivísticos transformando-os em informação potencialmente capaz de produzir conhecimento e desenvolvimento social. A área de atuação da Arquivologia compreende a gestão da produção, do processamento e da disseminação da informação corrente, necessária e básica para a tomada de decisões na administração contemporânea. Seu objeto de estudo e intervenção é a informação arquivística, isto é, uma informação de natureza orgânica e funcional, pública ou privada, coletiva ou pessoal, produzida, recebida e acumulada por pessoa física ou jurídica em razão de seus objetivos. Com a gestão da informação arquivística assegura-se a constituição e a preservação da memória institucional e pessoal.

O arquivista é um profissional polivalente. Ele precisa ter um conhecimento, ao mesmo tempo, amplo e específico, para assim dar conta do tratamento das informações contidas nos registros documentais produzidos pelas inúmeras atividades da sociedade. O arquivista deverá ser capaz de gerenciar a informação produzida em função das atividades de organizações públicas e privadas e de pessoas físicas, registradas em qualquer suporte ou formato. Deverá, ainda, ser capaz de planejar, organizar e coordenar projetos, serviços e instituições arquivísticas. Para atender a demanda cada vez maior de uma sociedade onde as estruturas de comunicação e informação são referências centrais, o arquivista deve buscar apoio nas tecnologias de informação e no conhecimento de outros idiomas. A sua atuação requer solidez no conhecimento técnico-científico, pautada por um forte componente político e por princípios éticos.

O arquivista coordena e controla a produção, o fluxo e a difusão da informação em qualquer tempo e lugar em que estas sejam produzidas, o que significa nos mais diversos ramos da atividade humana espalhados por toda a sociedade contemporânea. O arquivista atua nas empresas privadas, nas instituições públicas, na administração federal, estadual e municipal, na Internet, nas Universidades, nos arquivos públicos e privados, nos arquivos coletivos e pessoais, nos centros de cultura, nos hospitais, em museus, em bibliotecas... Poderá atuar, ainda como docente e como pesquisador de sua área, estudando e produzindo novos conhecimentos.

A Arquivologia é uma área do conhecimento onde o ensino interdisciplinar prevalece. Fazem parte desse universo dos clássicos da Arquivologia e primeiros grandes manuais aos artigos e obras com a produção científica contemporânea. Deve conhecer a legislação nacional pertinente, preparar-se para participar das decisões em diferentes níveis atuando politicamente, estar atualizado com a plataforma tecnológica existente e com os sites institucionais, acadêmicos e governamentais disponíveis na Internet, bem como conhecer os princípios da moderna administração, organização e método. Além das disciplinas típicas da área, estuda Paleografia, Diplomática, História, Sociologia etc. Para graduar-se, a Escola de Arquivologia da UNIRIO exige que o aluno produza uma pesquisa monográfica com orientação docente como trabalho de fim de curso.

Fonte: Guia do Estudante e Unirio

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